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Chauí (citada por Barroco e Tada, 2021) aborda a relação entre ética e violência, explicitando que a violência pode ser compreendida, fundamentalmente, como
Alguns autores definem a Geografia como o estudo da superfície terrestre. Essa concepção é a mais usual, e ao mesmo tempo a de maior vaguidade, pois a superfície da Terra é um teatro privilegiado (por muito tempo o único) de toda reflexão científica, o que desautoriza a colocação de seu estudo como especificidade de uma só disciplina. Essa definição do objeto apoia-se no próprio significado etimológico do termo Geografia – descrição da Terra. Assim, caberia ao estudo geográfico descrever todos os fenômenos manifestados na superfície do planeta, sendo uma espécie de síntese de todas as ciências.
(Antonio Carlos Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado) 

Essa concepção origina-se das formulações de Kant. Para esse autor, haveria duas classes de ciências, as primeiras, apoiadas na razão, e as segundas, apoiadas na observação e nas sensações. Respectivamente, as primeiras e segundas ciências consistem em
Em sua obra Ética prática, Peter Singer rejeita a concepção clássica da racionalidade intrínseca da ação ética benevolente, problematizando teses levantadas, por exemplo, por Thomas Nagel, quem busca justificar a necessidade racional da ação altruísta. Mas Peter Singer preserva um papel para a razão na ética, entendendo: “a racionalidade, num sentido amplo, o qual inclui a consciência de si mesmo e a reflexão sobre a natureza e a finalidade da nossa própria existência”. (2018. Adaptado).

Segundo Peter Singer, a racionalidade
Volnei Garrafa enfatiza que: “A rapidez dos avanços científicos e tecnológicos exigiu que as diversas áreas de conhecimento envolvidas com os fenômenos relacionados ao nascimento, vida e morte das pessoas se adequassem à nova realidade. A filosofia, por exemplo, viu-se repentinamente obrigada a caminhar com agilidade compatível à evolução dos conceitos e das descobertas e com as consequentes mudanças que passaram a se verificar no cotidiano das pessoas e coletividades” (2005. Adaptado).

Segundo Volnei Garrafa, a situação descrita no excerto implicou que
Peter Singer, no livro Ética prática, explicita que: “A argumentação contra a utilização de animais para a alimentação ganha especial relevância quando os animais são submetidos a condições de vida miseráveis para os seres humanos disporem da sua carne ao mais baixo custo possível. As modernas formas de criação intensiva aplicam a ciência e a tecnologia em prol da atitude segundo a qual os animais são objetos para o nosso uso” (2018. Adaptado).

Para Peter Singer, o argumento apresentado no excerto