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A atitude filosófica é uma atitude crítica. De modo geral,
costuma-se julgar que a palavra “crítica” significa “ser do
contra”, dizer que tudo vai mal, tudo está errado ou é feio
ou é desagradável. “Crítica” parece significar mau humor
e coisa de gente chata ou pretensiosa, que imagina saber
mais e melhor que os outros.
(Chauí, 2010. Adaptado)
Marilena Chauí ressalta que a crítica filosófica se refere
(Chauí, 2010. Adaptado)
Marilena Chauí ressalta que a crítica filosófica se refere
No capítulo intitulado Rousseau: da servidão à liberdade,
Milton Meira do Nascimento aponta que o ingresso de
Jean-Jacques Rousseau: “na república das letras deu-se
com a obtenção do prêmio concedido pela Academia de
Dijon, na França, que havia proposto como tema para
uma dissertação a pergunta ‘O restabelecimento das
ciências e das artes teria contribuído para aprimorar os
costumes?’ Ao responder negativamente a essa questão,
Rousseau iria marcar uma posição bem diferente daquela do espírito da época. Afirma Rousseau que se nossas
ciências são inúteis no objeto a que se propõem, são ainda mais perigosas pelos efeitos que produzem”.
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Considerando a posição de Rousseau apresentada no excerto, teria sido ele contra os princípios do Iluminismo?
(In: Weffort, 2006. Adaptado)
Considerando a posição de Rousseau apresentada no excerto, teria sido ele contra os princípios do Iluminismo?
Hegel introduz uma noção nova, a de que a razão é histórica, ou seja, a verdade é construída no tempo. Partindo
da noção kantiana de que a consciência (ou o sujeito)
interfere ativamente na construção da realidade, propõe
o que se chama filosofia do devir, do ser como processo,
como movimento, como vir-a-ser. Desse ponto de vista,
o ser está em constante transformação, donde surge a
necessidade de fundar uma nova lógica.
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
A “nova lógica”, a que se referem Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, problematiza o
(Aranha e Martins, 2009. Adaptado)
A “nova lógica”, a que se referem Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, problematiza o
Em a Crítica da Razão Pura, Immanuel Kant aponta
que: “Não se pode duvidar de que todos os nossos
conhecimentos começam com a experiência, porque,
com efeito, como haveria de exercitar-se a faculdade de
se conhecer se não fosse pelos objetos que, excitando os
nossos sentidos, de uma parte, produzem por si mesmos
representações, e, de outra parte, impulsionam a nossa
inteligência a compará-los entre si, a reuni-los ou separá-
-los, e deste modo à elaboração da matéria informe das
impressões sensíveis para esse conhecimento das coisas que se denomina experiência? (1999. Adaptado).
Para Kant, embora todos os conhecimentos comecem com a experiência,
Para Kant, embora todos os conhecimentos comecem com a experiência,
Como apontam Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena
Pires Martins: “O filósofo inglês John Locke elaborou sua
teoria do conhecimento na obra Ensaio sobre o entendimento humano, que tem por objetivo saber qual é a
essência, qual é a origem, qual é o alcance do conhecimento humano” (2009. Adaptado).
De acordo com Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, o conhecimento, para Locke,
De acordo com Maria Lúcia de A. Aranha e Maria Helena Pires Martins, o conhecimento, para Locke,