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Em pacientes com Doença de Refluxo Gastrosofágico (DRGE), o Nutricionista deve considerar fatores que podem agravar os sintomas e orientar mudanças de estilo de vida. Considerando que um paciente com sobrepeso apresenta pirose frequente, principalmente após refeições volumosas e ao deitar, é CORRETO afirmar que: 
Homem, 66 anos, com câncer de pâncreas metastático, perdeu 8% do peso em 4 meses, apresenta anorexia, fadiga, PCR elevada e redução de massa muscular em tomografia. A família pergunta se basta aumentar calorias para reverter o quadro. A melhor resposta é: 
Mulher, 38 anos, peso 96 kg, altura 1,60 m, circunferência da cintura 108 cm, hipertensão arterial e pré-diabetes. Procura avaliação para estratificação de obesidade.

A classificação mais adequada pelo IMC e a interpretação clínica inicial são: 
Mulher, 67 anos, obesidade grau II (IMC 37,1 kg/m²), HAS e DM2 controlados. Relata dificuldade em realizar atividades domésticas, fadiga e quedas frequentes no último ano. Força de preensão palmar de 16 kgf (percentil <10 para o sexo e idade). Densitometria óssea com Z-score de ?1,8 em coluna lombar. Bioimpedância revela massa muscular esquelética apendicular (MEA) de 5,4 kg/m² (abaixo do ponto de corte).
O diagnóstico mais provável é de
Uma mulher de 44 anos, com peso de 71,5 kg, estatura de 1,57m, Índice de Massa Corporal (IMC) de 29 kg/m² e Circunferência da Cintura (CC) de 97cm, é avaliada em ambulatório de cardiologia preventiva e encaminhada ao setor de Nutrição.

Apesar de o IMC classificar a paciente como Sobrepeso (préobesidade), o Nutricionista concluiu que ela apresenta risco cardiometabólico substancialmente elevado.

Assinale a opção que indica, corretamente, o mecanismo fisiopatológico e a base anatômica que justificam a conclusão do Nutricionista.