Filtrar


Questões por página:
A expressão máxima da soberania reside, em grande medida, no poder e na capacidade de ditar quem pode viver e quem deve morrer. Por isso, matar ou deixar viver constituem os limites da soberania, seus atributos fundamentais. Ser soberano é exercer controle sobre a mortalidade e definir a vida como a implantação e manifestação de poder. Se consideramos a política uma forma de guerra, devemos perguntar: que lugar é dado à vida, à morte e ao corpo humano (em especial o corpo ferido ou massacrado)? Como eles estão inscritos na ordem do poder?

MBEMBE, A. Necropolítica. Biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. Tradução de Renata Santini. São Paulo: n-1 edições, 2018 (adaptado).

Considerando-se o desafio de contextualizar o conceito de necropolítica sustentado pelo autor, um docente que pretenda analisar criticamente a temática com os estudantes poderá utilizar, como suporte didático, a
A doutrina constitucional aponta a existência dos conceitos de Estado e Nação. A esse respeito, assinale a alternativa CORRETA:
Modernamente, a palavra “estado” é escrita com “E” maiúsculo “Estado”, denominando a mais complexa e perfeita das sociedades civis, qual seja, “a sociedade politicamente soberana e internacionalmente reconhecida, tendo o bem comum aos indivíduos e comunidades sob seu império”, representado pelo/a seu / sua __________.
(ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Teoria Geral do Estado. Editora Saraiva. São Paulo.p.4.)

Marque a alternativa com a palavra correta para completar o sentido do enunciado. 

Leia e analise as informações seguintes:


I – “Nação é um organismo histórico vivo, que encerra em si o espírito e a vida, elaborados no decurso das idades. Por isso, a Nação é uma ideia, devendo ser concebida á maneira de um corpo místico ou de um organismo, internamente animado pela vida espiritual, formada pela cultura e pela religião. A sociedade nada mais é que uma vida comum: uma pessoa indivisível que pensa e sente”.


(Friederich Von Hardenberg (1772-1801), conhecido como Novalis) (...) – In: (ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Teoria Geral do Estado. Editora Saraiva. São Paulo.p.38.) 


II – “Para que se possa dizer que um Estado forma um todo vivente e que é uma grande individualidade, é preciso que o Estado ou Nação continuem vivendo sua vida histórica, desenvolvendo e mantendo a vitalidade em seus órgãos”.


(Friedrich vom Schlegel (1772-1829), ardente inimigo das concepções mecanicistas e racionalistas do Estado. (...) – In: (ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Teoria Geral do Estado. Editora Saraiva. São Paulo.p.39.)


Considerando as informações apresentadas com a visão dos autores, julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após julgamento, marque a alternativa com a série correta. 


I – De acordo com a informação I, o Estado deve confundir-se com a Nação; a organização do Estado deve ser confundida com o espírito nacional.


II – Para o autor da informação I, a mesma vida que anima a Nação há de vitalizar o terreno político, pois a política não é senão a forma de que se reveste a ação em sua vida pública.


III – De acordo com a informação II, a sociedade e o Estado são organismos vivos, formados pela própria História.


IV – De acordo com as informações I e II, a Nação deve estar identificada ao Estado. 

O Estado é a sociedade política mais desenvolvida. Supõe agrupamento de longa formação histórica, cujo remate é quase sempre uma nacionalidade plenamente constituída. Surge no termo dessa formação para dar à Nação existência jurídica. Nações interdependentes constituem-se em Estado, e o Estado pode ser definido como a organização política da Nação. Em toda sociedade política e particularmente no Estado encontramos características. (...)

(ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Teoria Geral do Estado. Editora Saraiva. São Paulo.p.424.)

Entre as características em toda sociedade política e particularmente no Estado, marque a alternativa que apresenta uma delas incorreta.