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Um menino com 5 anos de idade, Síndrome de Down, sem outras comorbidades, foi trazido pela mãe para atendimento odontológico. Durante a anamnese, a mãe relatou que a criança nunca tinha sido consultada por um cirurgião-dentista e mostrava medo do ambiente odontológico. Relatou, ainda, ter percebido algumas cavidades nos dentes posteriores do filho, sem que ele tivesse se queixado de dor estimulada ou espontânea. Além disso, a mãe descreveu a criança como muito introvertida, mas ponderou que a criança permitiria a realização dos procedimentos odontológicos, demonstrando autoridade e controle sobre o filho. A criança mostrou-se arredia ao diálogo com o profissional e direcionava o olhar para a mãe antes de responder a qualquer indagação.
Acerca da situação apresentada, avalie as afirmações a seguir.

I- O profissional não deve utilizar a técnica falar-mostrar-fazer, pois crianças na trissomia não possuem cognitivo preservado para tal ação.
II- A criança precisa ser estimulada a falar, para que, assim, a ansiedade e o sofrimento diante de uma situação desconhecida sejam reduzidos e ela expresse o que está sentindo.
III- O comportamento da criança possibilita que o profissional realize o procedimento odontológico, sem necessidade de condicionamento.
IV- A técnica do reforço positivo pode ser utilizada, como modulação positiva de voz, expressão facial e elogio verbal, além de demonstração de afeto ou reforçadores não sociais.

É CORRETO apenas o que se afirma em
A atuação do profissional com a criança que nunca teve experiência com tratamento odontológico é decisiva, marcando-a para sempre. A princípio, todos os pacientes são especiais, uma vez que são dotados de características únicas e particulares.
Considerando a importância do atendimento à criança com necessidades especiais, avalie as afirmações a seguir.

I- Atualmente, observa-se uma geração de pacientes com baixos índices de cárie, graças aos métodos de educação e prevenção, como uso de flúor em creme dentais e pastilhas e abordagens de atendimento lúdicas.
II- O medo é um sentimento negativo e que, quando real, o dentista deve tentar substituir as memórias negativas por positivas e, quando imaginário, trazer para o concreto a imaginação, eliminando dúvidas que possam existir.
III- De acordo com o déficit cognitivo do paciente, deve-se individualizar as abordagens, apresentando lenta e gradativamente a realidade do consultório, em uma etapa física (ambiente e instrumentais) e outra lúdica (brincadeiras para conscientizar).

É CORRETO o que se afirma em
Na Odontopediatria, a pronta aceitação da experiência odontológica para crianças com idade inferior a quatro anos de idade é difícil, pois a boca é uma região muito sensível e íntima. Nesta fase, elas tem certa dificuldade de comunicação, são dependentes dos pais e costumam manifestar medo ante o inesperado e o desconhecido. Em 1962, Frankl et al. criaram uma escala de avaliação do comportamento de pré-escolares, simples e objetiva. Essa escala é uma ferramenta utilizada para avaliar o comportamento da criança durante o atendimento odontológico, que classifica os pacientes em quatro categorias. Assinale a alternativa que corresponda ao paciente definitivamente negativo na escala comportamental de Frankl et al. (1962):
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Qual recomendação é feita para melhorar o manejo da ansiedade em crianças durante o tratamento odontológico?
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Julgue o item que se segue.


Dentre as abordagens preventivas e clínicas em odontopediatria mais comuns, encontram-se as seguintes: reduzir a frequência de escovação dos dentes da criança; eliminar o uso de fio dental; estimular a criança a elevar o consumo de doces e carboidratos, especialmente antes de dormir; evitar o consumo de alimentos ricos em cálcio; e estimular o uso prolongado de chupetas entre recém-nascidos.