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Uma psicóloga hospitalar acompanha a família de um paciente oncológico internado há 20 dias por complicações do tratamento, com prognóstico incerto. Observam­ -se: oscilação entre esperança e medo, dificuldades para entender o estágio da doença e os objetivos terapêuticos, conflitos sobre seguir com condutas mais agressivas ou focar conforto, e sobrecarga com cuidados e finanças.
À luz das recomendações para trabalho com família de paciente hospitalizado em oncologia, a prioridade da intervenção junto à família deve ser
Paciente de 68 anos, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) em fase avançada, é internado com dispneia refratária. Ele expressa ao médico seu medo intenso de “morrer sufocado”. A equipe multiprofissional reúne-se para discutir o plano de cuidados.

Considerando os princípios dos cuidados paliativos, a abordagem mais adequada para esse caso deve ser a de
Um paciente idoso em estado terminal expressa o desejo de não se submeter a novos procedimentos invasivos, pedindo apenas que a equipe “o deixe descansar”. A família, porém, insiste em manter todas as medidas possíveis. O psicólogo é chamado para ajudar. A ação mais alinhada com as diretrizes do CFP (2019) é:
Segundo o Manual de Cuidados Paliativos da ANCP (2021), a comunicação é um dos pilares fundamentais dessa abordagem. Nesse sentido, é correto afirmar que:
Elisa, uma mulher de 40 anos, que recebeu diagnóstico de câncer terminal, lutou contra a ideia da morte e compartilhou sua rotina de tratamento nas redes, em busca da cura, por três anos. Após esse tempo, mudou sua percepção. Resolveu escrever nas redes sociais uma despedida e dicas de como lidar com a finitude e cuidados paliativos. Para Kübler-Ross (2008), a paciente se encontra, diante da morte, no estágio: