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A língua brasileira de sinais é uma língua visual - espacial articulada através das mãos, das expressões faciais e do corpo, é uma língua natural usada pela comunidade surda brasileira. Como uma língua percebida pelos olhos, a língua brasileira de sinais apresenta algumas peculiaridades, que suscitam perguntas sobre os níveis de análises, tais como, a fonologia, a semântica, a morfologia e a sintaxe, uma vez que as línguas de sinais são expressas:

Sobre a cultura surda, é correto dizer.
A autora Karin Strobel (2008), ao analisar a História do Povo Surdo, descreve três vertentes utilizadas para construir essa História. No que diz respeito a essas diferentes vertentes, assinale a afirmação verdadeira.
Os diferentes olhares sobre o povo surdo na história, revelam, como explicou Karin Strobel (2008), diferentes representações sobre os sujeitos surdos. Dentre essas representações, há aquela em que os surdos são narrados como sujeitos com experiências visuais, com identidades múltiplas e multifacetadas; a educação de surdos deve considerar a diferença do povo surdo; e a língua de sinais é considerada como manifestação da diferença linguística-cultural relativa aos surdos. Essa representação é comum ao que a autora chama de
Nas últimas décadas, no processo educacional para surdos, destacaram-se algumas correntes educacionais. Para Goldfeld (2002), cada uma das abordagens apresenta uma visão específica sobre o surdo e a surdez. A visão de que os surdos formam uma comunidade, com cultura e língua próprias é uma visão característica da vertente que privilegia o ensino