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Motivado pela revisão da Lei n. 12 711/2012, ocorrida no ano de 2023, um professor do Ensino Médio propôs uma roda de conversa, utilizando a charge de jornal como recurso mobilizador para a discussão sobre os impactos das ações afirmativas no sistema educacional brasileiro. A atividade promoveu a reflexão e a crítica sobre os princípios do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH), como o respeito à dignidade humana e o exercício da cidadania democrática no Estado de Direito.

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LAERTE. Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 12 maio 2025.

A atividade proposta pelo professor possibilita ao estudante
“As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. Mesmo assim, e ainda contando com um nível educacional mais alto, elas ganham, em média, 76,5% do rendimento dos homens. Essas e outras informações estão no estudo de Estatísticas de Gênero, divulgado pelo IBGE.”
(Mulher estuda mais, trabalha mais e ganha menos do que o homem. Agência IBGE Notícias. Disponível em https://agenciadenoticias.ibge.gov.br. Adaptado)

No Brasil, diferenças sociais entre homens e mulheres prejudicam a democracia porque
“A desagregação do regime escravocrata e senhorial ocorreu, no Brasil, sem que se oferecesse aos antigos agentes do trabalho escravo assistência e garantias que os protegessem na transição para o sistema de trabalho livre. Os senhores foram eximidos da responsabilidade pela manutenção e segurança dos libertos, sem que o Estado, a Igreja ou qualquer outra instituição assumissem encargos especiais, que tivessem por objeto prepará-los para o novo regime de organização da vida e do trabalho.”
(Florestan Fernandes. A integração do negro na sociedade de classes. Volume 1, São Paulo: Editora Globo, 2008, p. 29. Adaptado)

Segundo o texto, o processo de abolição da escravatura no Brasil
Recentemente a atriz e humorista Cacau Protásio divulgou um vídeo em suas redes sociais chorando e mostrando sua decepção ao ser hostilizada em grupo de whatsapp de membros de uma instituição onde ela havia gravado uma cena que fará parte do filme no qual atua. Na cena Cacau e alguns bailarinos dançam no local e com as roupas específicas desta instituição. Sentindo-se ofendidos ao ver as cenas alguns membros do grupo chamam a atriz de gorda, preta e seus bailarinos de viados. Constantemente vinculam na mídia fatos como este, mas a luta para combatê-los parece não surtir efeito. Neste caso específico Cacau e os bailarinos foram vítimas de: 
“A banalização do conceito exclusão/inclusão social vem, em primeiro plano, de seu uso como substituto dos conceitos de opressão, dominação, exploração, subordinação entre outros tantos que derivam do exame crítico da luta de classes da sociedade capitalista, como mera modernização da definição de pobre, carente, necessitado, oprimido. A relação entre exclusão/inclusão identifica a iniquidade da desigualdade. Confrontar a exclusão na sua relação com a inclusão é colocar a análise no patamar ético-político, como questão de justiça social, possibilitando a descoberta de novas identidades e dinâmicas sociais”. (Spozati, Aldaiza. A fluidez da inclusão/exclusão social. Ciência e Cultura. vol. 58, n° 4 São Paulo, Oct./Dec. 2006) Desse modo, a partir das colocações do texto, é correto afirmar que