Filtrar


Questões por página:
Adolescente, 13 anos, sexo feminino, é internada com dor torácica. Exames de imagem realizados evidenciam derrame pleural. Ela mora com a avó materna e nega contato com indivíduos com tosse crônica. Ao exame: emagrecida, com hiperemia bilateral na região malar. Apresenta dentes em bom estado de conservação, mas notam-se algumas lesões ulceradas na boca. Corrobora com a principal hipótese diagnóstica a presença de:
Menina, branca, 7 anos e 4 meses, está na consulta com a avó que notou, há 3 meses, um botão mamário bilateral e discreta sensibilidade local, sem outras queixas. Bom estado geral, frequenta escola e não há evidência de forte exposição a disruptores endócrinos. Ao exame: peso no P85, estatura no P95 para a idade (acima do alvo genético que é de 1,58 m); PA normal, sem acne, sem pelos pubianos ou axilares; botão mamário palpável sob a aréola bilateralmente, sem nódulos suspeitos. Idade óssea (radiografia dos punhos) de 9 anos. Ultrassonografia pélvica: útero com comprimento de 3,8 cm, ovários com volume de 2,1 mL bilateralmente com pequenos folículos. Com base nesses dados, nos critérios de desenvolvimento e no estadiamento de Tanner, assinale a opção correta. 
Mulher, 31 anos, apresenta diarreia crônica, distensão abdominal, anemia ferropriva recorrente e perda ponderal discreta. Refere irmã com doença celíaca. Está em dieta contendo glúten.

A abordagem diagnóstica inicial mais adequada é 
Paciente de 28 anos, sexo masculino, refere disfagia intermitente para alimentos sólidos há aproximadamente dois anos. Relata três episódios de impactação alimentar que necessitaram atendimento em serviço de emergência. Possui antecedente de rinite alérgica e asma. A endoscopia digestiva alta evidencia esôfago macroscopicamente normal, sem estenoses, exsudatos, sulcos longitudinais ou anéis. Estômago e duodeno sem alterações.
A conduta mais apropriada durante o exame é
Na sessão clínica do seu serviço de cirurgia, discute-se o caso clínico de um paciente de 38 anos, agricultor, natural de Jequitinhonha, que procurou atendimento ambulatorial para seguimento de hipertensão portal. Refere dois episódios de hematêmese nos últimos dois anos, ambos controlados por tratamento endoscópico com ligadura elástica das varizes esofágicas. Encontra-se em uso regular de propranolol. Ao exame físico apresenta bom estado geral, esplenomegalia volumosa, sem ascite, sem edema periférico ou icterícia. Os exames laboratoriais evidenciam bilirrubinas, albumina e INR dentro da normalidade, com plaquetopenia atribuída ao hiperesplenismo. Uma ultrassonografia Doppler monstra veia porta pérvia, aumento do calibre do sistema portal e fígado de contornos preservados. A endoscopia digestiva alta evidencia varizes esofágicas de grosso calibre.
Considerando o quadro clínico, a conduta cirúrgica mais apropriada será