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Maria, 60 anos, diabética, apresenta exame laboratorial com glicemia de jejum = 138 mg/dL; HbA1c = 7,8%; Triglicerídeos = 250 mg/dL e HDL = 35 mg/dL. A partir da interpretação desses resultados, deve se concluir que Maria tem 
Pedro, 45 anos, portador de hipertensão arterial, foi submetido à avaliação nutricional. O exame de bioimpedância elétrica (BIA) revelou IMC de 32 kg/m², percentual de gordura corporal de 36% e massa magra reduzida. A principal conclusão da avaliação de composição corporal é que o paciente apresenta
Marcos, 62 anos, aposentado, obeso (IMC 32 kg/m²), apresenta Diabetes Mellitus tipo 2 há 10 anos, em uso de metformina. Queixa-se de polifagia e dificuldade em controlar o peso. Os exames laboratoriais revelam: Glicemia de jejum: 165 mg/dL; HbA1c: 8,2%; HDL-c: 36 mg/dL; Triglicerídeos: 260 mg/dL. O nutricionista deve considerar ajustes dietoterápicos para auxiliar no controle glicêmico e metabólico. A abordagem nutricional recomendada para esse caso é 
Joana, 48 anos, professora, comparece à consulta após diagnóstico de Diabetes Mellitus tipo 2. Relata fadiga frequente, poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais apresentam: Glicemia de jejum: 142 mg/dL; Hemoglobina glicada (HbA1c): 7,6%; Colesterol total: 240 mg/dL; Triglicerídeos: 210 mg/dL. Durante a anamnese, relatou hábito de consumir pão francês no café da manhã, refrigerantes no almoço e doces no período da tarde. A orientação dietoterápica inicial e mais adequada para esse caso é  
Maria, 52 anos, IMC de 31 kg/m², apresenta síndrome metabólica com resistência insulínica e esteatose hepática diagnosticada por ultrassonografia. Exames laboratoriais: HDL 38 mg/dL, triglicerídeos 240 mg/dL, ALT levemente elevada. O nutricionista deve orientar a dieta mais adequada para seu quadro. A recomendação dietoterápica prioritária é