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Em doença de Crohn pediátrica ativa, com trato gastrointestinal funcionante e ingestão insuficiente, qual estratégia de primeira linha para indução de remissão apresenta melhor suporte em diretrizes?
A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) induz a um estado hipermetabólico caracterizado por resistência insulínica, aumento da gliconeogênese, oxidação proteica exacerbada e balanço nitrogenado negativo. As diretrizes da ESPEN (2019) reforçam que a terapia nutricional deve ser iniciada precocemente, preferindo-se a via enteral quando possível, com aporte calórico progressivo e proteína suficiente para mitigar catabolismo. Ainda assim, persistem controvérsias sobre composição, timing e tipo de substrato energético. Considerando esse corpo de evidências, qual estratégia representa a conduta inicial mais consistente para atenuar o hipermetabolismo em pacientes críticos?
A nutrição em terapia intensiva, segundo McClave et al. (ASPEN Guidelines,2016), prioriza a via enteral quando o trato gastrointestinal é funcional. Contudo, em choque séptico refratário, a tolerância enteral inicial pode agravar instabilidade hemodinâmica. Qual conduta inicial alinha-se ao consenso atual?
Pacientes críticos em terapia de substituição renal contínua (TSRC) apresentam perda significativa de aminoácidos no dialisato, estimada em 10–15 g/dia. Diretrizes ESPEN (2021) recomendam aporte proteico elevado, entre 1,5 e 2,0 g/kg/dia, podendo chegar a 2,5 g/kg/dia em situações catabólicas graves. Considerando um paciente de 70 kg, com catabolismo exacerbado, qual estratégia nutricional está mais de acordo com evidências atuais de manejo proteico?
Pacientes com ressecção extensa do intestino delgado apresentam absorção gravemente comprometida, risco de desidratação, acidose metabólica e deficiência múltipla de micronutrientes. A adaptação intestinal, dependente de GLP-2, ocorre em semanas a meses, mas nem sempre é suficiente para manter autonomia enteral. Diretrizes ESPEN (2016) e ASPEN (2020) indicam que o manejo nutricional deve combinar modulação da dieta, uso criterioso de nutrição parenteral e vigilância de eletrólitos. Considerando a fisiopatologia e as recomendações, qual estratégia nutricional representa a conduta inicial mais consistente em pacientes com <100 cm de íleo funcional restante?