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Um paciente de 68 anos de idade, portador de DRC estágio 4, IMC 24, sem sinais de desnutrição, buscou atendimento com relato de inapetência leve. Exames mostraram ureia elevada e TFG de 23 mL/min.
Ele não estava em diálise. Segundo a Diretriz da BRASPEN, qual a melhor conduta nutricional inicial nesse caso?
De acordo com as recomendações da Diretriz BRASPEN de Terapia Nutricional no Paciente com Doença Renal, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada em relação ao manejo proteico e energético de paciente com doença renal crônica (DRC) em estágio 4 não dialítico, com risco de progressão da doença e sem evidências de desnutrição.
Um novo estudo publicado pela The Lancet Diabetes & Endocrinology redefine a obesidade ao diferenciá-la em pré-clínica e clínica, deslocando o foco do IMC para o impacto real do excesso de gordura no organismo. Na obesidade pré-clínica, o indivíduo apresenta aumento de adiposidade, porém sem sinais ou sintomas de comprometimento metabólico, funcional ou estrutural, sendo considerada uma condição de risco que pode evoluir. Já a obesidade clínica é caracterizada pela presença de excesso de gordura associado a alterações orgânicas mensuráveis, como disfunções cardiometabólicas, limitações biomecânicas, perda de funcionalidade ou inflamação, independente do IMC.
Sabendo-se que essa nova visão permite diagnósticos mais precisos, reduz estigma, orienta melhor as intervenções terapêuticas e reconhece fenótipos complexos como a obesidade sarcopênica, nos quais o IMC pode não refletir a gravidade da condição, assinale a alternativa correta.
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Um paciente com diabetes mellitus tipo 1, em uso de insulinoterapia basal-bolus e contagem de carboidratos, apresenta fator de sensibilidade de 50 mg/dL, glicemia-alvo de 140 mg/dL e glicemia atual de 250 mg/dL.
Nesse caso, considerando que na próxima refeição o paciente consumirá 80 gramas de carboidratos, assinale a alternativa que apresenta a dose aproximada de insulina ultrarrápida a ser aplicada antes da refeição, tendo como base a razão insulina/carboidrato de 1 unidade para cada 10 g de carboidrato e a fórmula de correção glicemia atual menos glicemia-alvo dividida pelo fator de sensibilidade.
Um paciente com diabetes mellitus tipo 1 que utiliza insulina basal e insulina rápida antes das refeições foi orientado por sua equipe de saúde a usar a contagem de carboidratos da seguinte forma: 1 unidade de insulina rápida cobre 10 g de carboidrato (relação insulina/unidade de carboidrato).
Considerando que o paciente fará uma refeição contendo 50 g de carboidratos do arroz,30 g de carboidratos do feijão e 20 g de carboidratos de suco natural, assinale a alternativa que corresponde à dose de insulina rápida que ele deverá administrar antes da refeição.