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No cuidado da obesidade associada a doença gastrointestinal crônica ou doença hepática, a perda de peso deixa de ser lida apenas como redução de massa corporal total.
Assinale a alternativa correta.
Considerando a organização da alimentação hospitalar e das dietas terapêuticas, analise as afirmativas:

I – Dietas terapêuticas devem ser amplamente prescritas em pacientes sob risco nutricional, porque reduzem a chance de subalimentação hospitalar.

II – A prescrição e o pedido de dietas hospitalares devem ser estruturados, documentados e protocolizados.

III – A dieta hospitalar precisa ser revista conforme o curso da doença, a aceitação alimentar e a evolução do estado nutricional.

IV – Dietas restritivas sem respaldo médico ou científico, como padrões de privação anticâncer, devem ser evitadas no ambiente hospitalar.

V – Dietas terapêuticas e dietas regulares têm risco semelhante de inadequação energética quando a ingestão é monitorada de forma rotineira.


Estão corretas as afirmativas.
Na unidade de terapia intensiva, um paciente com sepse abdominal evoluiu com estabilização progressiva da perfusão, trato gastrointestinal funcionante e alto risco nutricional. A equipe discute o momento e a via da terapia nutricional.
Assinale a alternativa correta.
No acompanhamento da doença renal crônica, a prescrição proteica muda conforme a fase da doença, o risco nutricional e a presença de diálise.
Assinale a alternativa correta.
No ambulatório oncológico, uma mulher em radioterapia para tumor de cabeça e pescoço passou a relatar dor para engolir, queda da aceitação alimentar e perda de funcionalidade. O trato gastrointestinal está funcionante, mas a ingestão pela via oral já não cobre o necessário. A equipe discute qual passo nutricional preserva melhor a lógica terapêutica nesse momento. Assinale a alternativa correta.