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De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), no Brasil, 20 milhões de pessoas vivem com a doença, dados de janeiro de 2025. Número que vem crescendo comparado aos anos anteriores. Dentre os tipos de diabetes, a maioria é diabetes do tipo II. Múltiplos fatores estão relacionados a esse aumento da doença. Sobre o assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Hábitos alimentares inadequados, sedentarismo, alto consumo de ultraprocessados estão diretamente ligados a esse aumento da doença.
II. Resistencia a ação da insulina é quando o organismo não consegue usar ou não produz insulina suficiente para controlar a taxa de glicemia. Esse tipo é mais frequente em adultos, mas tem se notado presente também em crianças e adolescentes, isso por conta dos maus hábitos alimentares presente nesse público. 
III. No diabetes tipo I, o organismo ataca as células beta, que são aquelas células do pâncreas que produzem insulina. 
Você precisa orientar uma paciente que apresenta um quadro de constipação grave, sexo feminino, 45 anos, a paciente só consegue evacuar com uso de laxantes, não faz exercício físico, tem uma alimentação caseira, porém rica em farináceos. Na escala de Bristol, ela tem as fezes do tipo 1, sente muitos gases e incômodos, com uso de laxantes consegue evacuar 3x na semana. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta orientações que podem ajudar de forma saudável. 
Paciente, 30 anos, sexo masculino, diagnosticado com hipotireoidismo desde a infância. Procura atendimento nutricional porque viu em uma rede social que a sua condição pode estar relacionada à alimentação, informação que nunca havia escutado de nenhum médico. Durante a anamnese foi identificado que o paciente que já faz uso de medicamento para hipotireoidismo, mas ainda assim apresenta alguns sintomas clássicos da doença como cansaço excessivo, unhas fracas e dificuldade de perder peso. Ele disse também que há tempos não fazia exames de sangue e que nunca tomou nenhuma suplementação. Sobre hábitos de vida, ele disse que tem uma rotina bem estressante, e que a alimentação acaba sendo bem industrializada já que pouco fica em casa e que não tem tempo pra comer bem. Não tem o sono muito bom e tenta correr aos finais de semana, mas nem sempre consegue. Sobre esse caso, analise as assertivas e assinale a alternativa que apresenta a(s) melhor(es) estratégia(s) nutricional(is) para esse caso.

I. Solicitação de novos exames para avaliar a tireoide já que a dose errada do medicamento pode estar piorando todos esses sinais e sintomas. Além disso, sugeriria a prática de exercícios físicos e a exclusão do glúten.
II. Solicitação de exame completo, já que faz tempo que ele não faz e os sinais e sintomas que ele tem apresentado pode não estar vindo apenas da tireoide, além dos exames para avaliar tireoide, exames como: zinco sérico, magnésio sérico, ferritina, glicemia de jejum, perfil lipídico, hemograma, hemoglobina glicada, insulina, vitamina B12, vitamina D, gama GT, TGO, TGP, ácido úrico. Além disso, orientaria a reduzir o consumo de alimentos industrializados já que a tireoide é um órgão sensível e pode ficar cada vez mais intoxicada com uma alimentação ruim.
III. Plano alimentar individualizado de acordo com a rotina dele, focando em qualidade dos alimentos, redução de alimentos ricos em compostos químicos e bebida alcoólica. Além disso, estimularia o aumento do consumo de água e suplementação de acordo com os resultados dos exames. Focaria também em alimentos ricos em selênio e zinco como oleaginosas e carnes já que são nutrientes essenciais para saúde da tireoide, alimentos ricos em magnésio também para controle do estresse e melhora do sono. 
Para um paciente diabético tipo 2, o nutriente que mais influencia a resposta glicêmica pós-prandial é o(a)  
A Insuficiência Renal Crônica (IRC), também conhecida como Doença Renal Crônica (DRC), é a perda progressiva e irreversível da função dos rins. As causas mais comuns são a pressão alta e o diabetes, mas outras condições também podem levar à DRC, que é frequentemente assintomática até as fases mais avançadas. O diagnóstico é feito por exames de sangue e urina, e o tratamento visa retardar a progressão da doença, controlar complicações e, quando necessário, incluir a diálise ou transplante renal. Pacientes com insuficiência renal crônica e potássio elevado (hipercalemia) deve ter maior restrição de