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Fernanda, 40 anos, com queixa de cansaço e queda de rendimento no trabalho, realizou exames laboratoriais: Hemoglobina = 10,2 g/dL, Ferritina = 8 ng/mL e Transferrina saturada = 12%. No inquérito alimentar, observou-se baixa ingestão de carnes e leguminosas. A principal hipótese diagnóstica para esse caso é  
Carlos, 55 anos, sedentário, foi avaliado em consulta nutricional. Apresentou IMC = 31 kg/m², circunferência da cintura = 110 cm. Com base nesses parâmetros, o diagnóstico nutricional mais provável é  
Maria, 60 anos, diabética, apresenta exame laboratorial com glicemia de jejum = 138 mg/dL; HbA1c = 7,8%; Triglicerídeos = 250 mg/dL e HDL = 35 mg/dL. A partir da interpretação desses resultados, deve se concluir que Maria tem 
Pedro, 45 anos, portador de hipertensão arterial, foi submetido à avaliação nutricional. O exame de bioimpedância elétrica (BIA) revelou IMC de 32 kg/m², percentual de gordura corporal de 36% e massa magra reduzida. A principal conclusão da avaliação de composição corporal é que o paciente apresenta
Marcos, 62 anos, aposentado, obeso (IMC 32 kg/m²), apresenta Diabetes Mellitus tipo 2 há 10 anos, em uso de metformina. Queixa-se de polifagia e dificuldade em controlar o peso. Os exames laboratoriais revelam: Glicemia de jejum: 165 mg/dL; HbA1c: 8,2%; HDL-c: 36 mg/dL; Triglicerídeos: 260 mg/dL. O nutricionista deve considerar ajustes dietoterápicos para auxiliar no controle glicêmico e metabólico. A abordagem nutricional recomendada para esse caso é