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As fórmulas para nutrição enteral pediátrica são indicadas quando a dieta habitual não supre as necessidades calóricas ou quando a via oral não é clinicamente viável. Sua produção industrial garante vantagens técnicas relevantes em relação às preparações artesanais, impactando diretamente na segurança e na eficácia da terapia nutricional.

Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. -Rio de Janeir o : Atheneu,2017.

Acerca das características e indicações das fórmulas para nutrição enteral pediátrica, assinale a alternativa CORRETA.
A doença renal crônica (DRC) caracteriza-se pela perda progressiva e irreversível da função dos rins, comprometendo a capacidade de filtração e excreção de substâncias tóxicas do organismo. Nesse contexto, a alimentação exerce papel fundamental no manejo clínico, sendo necessário o controle rigoroso da ingestão de determinados alimentos.

Fonte: Guia de nutrição: clínica no adulto / coordenação deste guia Lilian Cuppari. − 3. ed. -- Barueri, SP.2014.

Com relação ao consumo de carambola por pacientes portadores de DRC, assinale a alternativa CORRETA.
A escolha do método de administração da nutrição enteral (NE) deve ser fundamentada em critérios clínicos, funcionais e de qualidade de vida do paciente. A literatura especializada classifica os métodos em bolus, intermitente, cíclico e contínuo, cada um com características técnicas, indicações e limitações específicas que impactam diretamente na segurança e na efetividade da terapia nutricional instituída. Sobre os métodos de administração da NE e seus critérios de indicação, assinale a alternativa CORRETA:
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A terapia nutricional no paciente adulto oncológico integra o conjunto de estratégias assistenciais voltadas ao manejo clínico, sendo considerada um componente relevante no cuidado multiprofissional.

Fonte: Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. -Rio de Janeiro: Atheneu,2017.

Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
No contexto hospitalar, a progressão da dieta oral segue critérios clínicos rigorosos, considerando a tolerância gastrointestinal, o estado nutricional e as condições clínicas de cada paciente. O nutricionista deve dominar as características, indicações e composições de cada modalidade dietética para realizar prescrições seguras e tecnicamente fundamentadas.
Associe cada tipo de dieta oral hospitalar descrito na Coluna I à situação clínica que melhor representa sua indicação na Coluna II.

Coluna I

1.Dieta líquida restrita
2.Dieta líquida
3.Dieta branda

Coluna II

(___) Paciente em fase de reabilitação nutricional pós-internação prolongada por peritonite, com motilidade gastrointestinal restabelecida, capacidade mastigatória preservada e ausência de disfagia, tolerando preparações de consistência modificada, com restrição de preparações flatulentas, gordurosas e com excesso de fibras insolúveis, em progressão prevista para alimentação irrestrita.
(___) Paciente com disfagia orofaríngea moderada secundária a acidente vascular cerebral, com avaliação fonoaudiológica evidenciando capacidade deglutitória preservada para consistências viscosas e homogêneas, cuja prescrição admite preparações como vitaminas.
(___) Paciente em primeiro pós-operatório de cirurgia colorretal com anastomose, com retorno incompleto do trânsito intestinal, cuja prescrição visa proporcionar hidratação e estimulação mínima do lúmen intestinal, sendo o aporte calórico ofertado pela via oral insuficiente para o atendimento das necessidades energéticas totais do paciente.

Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. - Rio de Janeiro : Atheneu,2017.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: