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Quanto aos fatores que implicam em maior risco para a recorrência da depressão, analisa as afirmativas abaixo. 

I. Sexo feminino, primeiro episódio em idade precoce, história de traumas na infância (abusos emocional, físico ou sexual).  
II. Sexo masculino, história de vários relacionamentos amorosos ao longo da vida, distimia e fobia social. 
III. Prejuízos funcionais importantes em áreas como lazer, trabalho e relacionamentos após remissão de sintomas. 

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s): 
Uma paciente de 59 anos procurou atendimento médico pois vinha apresentando insônia há pelo menos 6 meses, além de redução progressiva no apetite e perda de peso. Relatou ansiedade, tristeza, desânimo, fadiga, alteração da concentração, baixa autoestima e episódios de náuseas. Negou pensamentos de morte, mas alegou que o quadro estava causando significativo impacto social e profissional. Negou doenças prévias ou uso de medicações. Dentro do último mês, havia sido realizada uma investigação extensa para afastar doenças que pudessem causar esses sintomas. Como todos os exames vieram dentro da normalidade, a paciente procurou nova avaliação clínica. Não foram encontradas alterações ao exame clínico. O médico explicou para a paciente que ela estava com um quadro compatível com depressão.
Para essa paciente, a medicação que poderia trazer maior benefício, especialmente para os sintomas de insônia, ansiedade, redução do apetite, perda de peso e náuseas, é:
Qual característica a seguir tem maior utilidade para distinguir a depressão pós-parto da tristeza pós-parto?
Considere uma senhora de 79 anos de idade, viúva, professora aposentada, tem dois filhos e se apresenta à consulta médica com queixa de perda de energia e de fraqueza generalizada há aproximadamente três meses. Refere apresentar dificuldade para realizar suas atividades habituais porque se sente cansada, não relacionando tal sintoma à atividade física. Inclusive, como há 10 anos mora só, faz as compras no supermercado duas vezes por semana, sem dificuldades, mas não tem mais vontade de cozinhar. Emagreceu nesse período devido a menor ingestão alimentar, referindo redução do apetite.
Tem saído menos à rua para passear, referindo se sentir mais segura em casa; também se queixa de dores musculoesqueléticas e articulares inespecíficas (sem localização precisa), sintoma que interfere em sua qualidade de sono, acordando-a várias vezes durante a noite e a deixando com sensação de cansaço pela manhã, quando consegue descansar. Durante a consulta, apresentou breve episódio de choro, quando comentou sobre a falta do marido e sobre estar distante dos filhos.
Em seus antecedentes pessoais, refere hipertensão arterial sistêmica, Diabetes mellitus tipo 2 e osteoartrite em mãos e joelhos. Faz uso das medicações maleato de enalapril 10 mg, duas vezes ao dia, e de gliclazida 30 mg pela manhã. Eventualmente, utiliza analgésicos.
Ao exame clínico, encontra-se emagrecida e apresenta discreta deformidade articular em mãos; sua pressão arterial encontra-se em 160x90 mmHg. Seus exames laboratoriais revelam glicemia de jejum de 110 mg/dL, estando os demais resultados dentro de padrões normais.

Considerando-se o diagnóstico de transtorno depressivo e o perfil clínico da paciente, assinale a alternativa que apresenta três classes de medicamentos antidepressivos que seriam melhor indicados para ela.
Considere uma senhora de 79 anos de idade, viúva, professora aposentada, tem dois filhos e se apresenta à consulta médica com queixa de perda de energia e de fraqueza generalizada há aproximadamente três meses. Refere apresentar dificuldade para realizar suas atividades habituais porque se sente cansada, não relacionando tal sintoma à atividade física. Inclusive, como há 10 anos mora só, faz as compras no supermercado duas vezes por semana, sem dificuldades, mas não tem mais vontade de cozinhar. Emagreceu nesse período devido a menor ingestão alimentar, referindo redução do apetite.
Tem saído menos à rua para passear, referindo se sentir mais segura em casa; também se queixa de dores musculoesqueléticas e articulares inespecíficas (sem localização precisa), sintoma que interfere em sua qualidade de sono, acordando-a várias vezes durante a noite e a deixando com sensação de cansaço pela manhã, quando consegue descansar. Durante a consulta, apresentou breve episódio de choro, quando comentou sobre a falta do marido e sobre estar distante dos filhos.
Em seus antecedentes pessoais, refere hipertensão arterial sistêmica, Diabetes mellitus tipo 2 e osteoartrite em mãos e joelhos. Faz uso das medicações maleato de enalapril 10 mg, duas vezes ao dia, e de gliclazida 30 mg pela manhã. Eventualmente, utiliza analgésicos.
Ao exame clínico, encontra-se emagrecida e apresenta discreta deformidade articular em mãos; sua pressão arterial encontra-se em 160x90 mmHg. Seus exames laboratoriais revelam glicemia de jejum de 110 mg/dL, estando os demais resultados dentro de padrões normais.

Considerando-se o diagnóstico de transtorno depressivo e o perfil clínico da paciente, assinale a alternativa que apresenta três classes de medicamentos antidepressivos que seriam melhor indicados para ela.