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Homem de 44 anos com transtorno bipolar tipo I é trazido à emergência em franco episódio maníaco, com agitação psicomotora extrema, verborragia incompressível, hostilidade e risco de agressividade. Está em uso irregular da medicação.
A intervenção farmacológica de primeira linha para controle imediato da agitação grave é 
Mulher de 26 anos, em uso regular de carbonato de lítio 900 mg/dia (concentração sérica realizada na última semana = 0,8 mEq/L), devido a diagnóstico de transtorno bipolar tipo 1, com histórico de duas hospitalizações psiquiátricas, comparece à consulta com seu psiquiatra. Relata estar muito preocupada com o uso do medicamento, pois descobriu estar grávida (12 semanas de gestação, no momento da consulta).
A conduta terapêutica mais eficaz e segura, considerando o binômio mãe-bebê, entre as relacionadas a seguir, é 
Paciente de 34 anos, sexo feminino, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico (LES) há dois anos, em uso regular de hidroxicloroquina 400 mg/dia e prednisona 5 mg/dia (sem qualquer alteração terapêutica há 8 meses), é trazida à clínica da família pelo marido. Ele refere que, há aproximadamente uma semana, ela tem dormido apenas duas horas por noite, mas não demonstra cansaço, apresenta humor eufórico, fala acelerada, ideias de grandiosidade (afirma ter “descoberto a cura para o lúpus”) e aumento dos gastos financeiros por impulso.
Ao exame físico, evidenciou-se rash malar e artrite em punhos (achados ausentes na última consulta). Exames laboratoriais revelam queda do complemento sérico (C3 e C4) e elevação do título de anti-dsDNA, comparado ao exame realizado no mês anterior. Nega uso de álcool, substâncias ou outros medicamentos. Não há história pessoal ou familiar de transtorno psiquiátrico.
A principal hipótese diagnóstica é
Paciente de 45 anos, com diagnóstico de Transtorno Afetivo Bipolar Tipo I há 15 anos, está em acompanhamento e faz uso de lítio (nível sérico de 0,8 mEq/L) e quetiapina (300 mg/dia). Apresenta-se, em consulta ambulatorial, com familiares, que relatam um episódio de mania há três semanas, com aumento da verborragia, gastos excessivos e irritabilidade, sem sinais de psicose. O paciente nega sintomas e refere que "está muito bem". A última alteração de medicação foi há seis meses.
Diante desse caso, a conduta com mais respaldo na literatura e nas diretrizes atuais é 
Paciente de 38 anos apresenta história de episódios depressivos. Durante a avaliação, relata que, em alguns períodos, sente-se "muito produtivo", com energia aumentada, menos necessidade de sono e maior sociabilidade, sem prejuízo funcional. Esses episódios duram cerca de 3 a 4 dias.
O diagnóstico mais provável é