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Homem, 66 anos de idade, portador de diabetes melito tipo 2
controlado (em uso de apenas um medicamento diário),
dislipidêmico e sem hipertensão arterial. Ao exame físico,
apresentava-se em bom estado geral, com índice de massa
corpórea de 43 kg/m2
, sendo a restrição de mobilidade
relacionada ao excesso de peso sua principal queixa, sem
evidência de sarcopenia. A endoscopia pré-operatória
mostrou esofagite grau C de Los Angeles. Assinale a
alternativa que apresenta a melhor conduta terapêutica para o
paciente.
Uma estudante de Nutrição, de 23 anos, procurou consulta com médico clínico devido a episódios recorrentes
de sangramento intestinal baixo. A paciente apresentava peso de 55 kg e altura de 1,60 m (índice de massa
corpórea de 21 kg/m²), com hemoglobina de 6,9 g/dL e
hematócrito de 20%. O médico prescreveu uma bolsa
de concentrado de hemácias de 250 mL, por via intravenosa, para corrigir o grave quadro anêmico. Durante as
interações, a paciente relatou que costuma tomar vários
laxantes como a simeticona, pelo menos três vezes ao
dia, por medo de ganhar peso. De fato, o uso frequente
dessa substância provocou alterações significativas no
hábito intestinal, com aumento da frequência evacuatória e episódios de sangramento. Ela costuma armazenar várias caixas de simeticona em seu quarto, sentindo
vergonha de que os familiares descubram. Em relação
aos hábitos alimentares, relata episódios de comer rapidamente grande quantidade de alimento, 2 vezes por
semana, alternados com períodos de jejum total, prática
de atividade física intensa e uso de laxantes como forma
de compensação pelo possível ganho de peso.
Com base no exposto, qual transtorno alimentar melhor descreve esse quadro clínico?
Com base no exposto, qual transtorno alimentar melhor descreve esse quadro clínico?
O uso da via oral para nutrição do paciente pós-cirúrgico
deve ser preferencial se o trato gastrointestinal estiver
totalmente funcional e não houver outras contraindicações à
alimentação oral. Uma alternativa à alimentação oral é a
nutrição enteral, porém ela apresenta algumas
contraindicações. Com relação às contraindicações para a
nutrição enteral, analisar os itens.
I. Síndrome grave de intestino curto.
II. Obstrução gastrointestinal.
III. Fístula esofágica.
IV. Íleo paralítico.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Síndrome grave de intestino curto.
II. Obstrução gastrointestinal.
III. Fístula esofágica.
IV. Íleo paralítico.
Está CORRETO o que se afirma:
Homem de 54 anos, IMC 30 kg/m2
, diagnóstico recente de
Diabetes Tipo 2 (HbA1c = 8,1%). Sem comorbidades, sem uso de
medicações. Pressão arterial: 128/78 mmHg.
Após aconselhamento sobre dieta e atividade física, a conduta inicial farmacológica mais adequada, segundo as diretrizes mais recentes, deve ser iniciar
Após aconselhamento sobre dieta e atividade física, a conduta inicial farmacológica mais adequada, segundo as diretrizes mais recentes, deve ser iniciar