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Mulher, 27 anos de idade, submetida à derivação gástrica em Y de Roux (bypass gástrico), apresenta, trinta dias após o procedimento, quadro de vômitos frequentes, evoluindo alguns dias depois com diplopia e confusão mental. Este quadro clínico pode indicar
Homem, 66 anos de idade, portador de diabetes melito tipo 2 controlado (em uso de apenas um medicamento diário), dislipidêmico e sem hipertensão arterial. Ao exame físico, apresentava-se em bom estado geral, com índice de massa corpórea de 43 kg/m2 , sendo a restrição de mobilidade relacionada ao excesso de peso sua principal queixa, sem evidência de sarcopenia. A endoscopia pré-operatória mostrou esofagite grau C de Los Angeles. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta terapêutica para o paciente. 
Uma estudante de Nutrição, de 23 anos, procurou consulta com médico clínico devido a episódios recorrentes de sangramento intestinal baixo. A paciente apresentava peso de 55 kg e altura de 1,60 m (índice de massa corpórea de 21 kg/m²), com hemoglobina de 6,9 g/dL e hematócrito de 20%. O médico prescreveu uma bolsa de concentrado de hemácias de 250 mL, por via intravenosa, para corrigir o grave quadro anêmico. Durante as interações, a paciente relatou que costuma tomar vários laxantes como a simeticona, pelo menos três vezes ao dia, por medo de ganhar peso. De fato, o uso frequente dessa substância provocou alterações significativas no hábito intestinal, com aumento da frequência evacuatória e episódios de sangramento. Ela costuma armazenar várias caixas de simeticona em seu quarto, sentindo vergonha de que os familiares descubram. Em relação aos hábitos alimentares, relata episódios de comer rapidamente grande quantidade de alimento, 2 vezes por semana, alternados com períodos de jejum total, prática de atividade física intensa e uso de laxantes como forma de compensação pelo possível ganho de peso.  

Com base no exposto, qual transtorno alimentar melhor descreve esse quadro clínico?
O uso da via oral para nutrição do paciente pós-cirúrgico deve ser preferencial se o trato gastrointestinal estiver totalmente funcional e não houver outras contraindicações à alimentação oral. Uma alternativa à alimentação oral é a nutrição enteral, porém ela apresenta algumas contraindicações. Com relação às contraindicações para a nutrição enteral, analisar os itens.

I. Síndrome grave de intestino curto.
II. Obstrução gastrointestinal.
III. Fístula esofágica.
IV. Íleo paralítico.

Está CORRETO o que se afirma:
Homem de 54 anos, IMC 30 kg/m2 , diagnóstico recente de Diabetes Tipo 2 (HbA1c = 8,1%). Sem comorbidades, sem uso de medicações. Pressão arterial: 128/78 mmHg.

Após aconselhamento sobre dieta e atividade física, a conduta inicial farmacológica mais adequada, segundo as diretrizes mais recentes, deve ser iniciar