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Menino de 11 anos, com IMC escore Z +3,2, é acompanhado no ambulatório de nutrologia pediátrica. Apresenta histórico familiar de obesidade e hipertensão arterial. Os exames laboratoriais mostram glicemia de jejum normal e HDL colesterol baixo. A família solicita “remédio para emagrecer”.

Nessa situação, a conduta inicial adequada no manejo da obesidade infantil é
Na Caderneta de Saúde da Criança, há índices antropométricos e pontos de corte para classificação nutricional da criança, compartilhado com a família e os seus cuidadores.
Qual índice melhor indica o efeito cumulativo de situações adversas, e é mais sensível para aferir a qualidade de vida de uma população?
Um paciente de 38 anos com obesidade grau III foi submetido a bypass gástrico laparoscópico com reconstrução em Y de Roux há cerca de 2 anos. Hoje, deu entrada no pronto atendimento devido a quadro de dor abdominal intensa localizada em mesogástrio associada a vômitos biliosos em grande quantidade e de forma recorrente. Refere não evacuar há 3 dias. Ao exame, apresenta abdome globoso e distendido com timpanismo difuso à percussão, bem como ruídos hidroaéreos aumentados. Foi submetido à radiografia de abdome que demonstrou alças de delgado dilatadas com sinal de empilhamento de moedas na região hipogástrica e presença de níveis hidroaéreos, bem como ausência de ar no cólon e reto.

Com base no caso clínico descrito, assinale a alternativa correta.
Considerando as metas de perda de peso para redução de fatores de risco cardiovasculares, assinale a alternativa correta: 
Criança com transtorno do espectro autista apresenta alimentação seletiva e evolui com irritabilidade, inapetência e dores nos membros inferiores, a ponto de recusar-se a andar. No exame físico, observam-se petéquias, equimoses, hemorragia perifolicular, além de gengivas hipertrofiadas e sangrantes. Os exames laboratoriais mostram hemograma com plaquetas normais e coagulograma sem alterações. Diante desse quadro clínico, deve-se excluir o diagnóstico de: