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Dois irmãos foram levados ao ambulatório de pediatria por ganho de peso progressivo. O mais novo, de três anos, apresenta escore Z do índice de massa corporal (IMC) maior que +2 e até +3. O irmão mais velho, de seis anos, também apresenta escore Z nessa mesma faixa.
Considerando a classificação segundo o escore Z (IMC), os irmãos de três e seis anos serão considerados, respectivamente, com
Um paciente de 42 anos, com histórico de obesidade e apneia obstrutiva do sono, apresenta queixas de sonolência diurna excessiva e dificuldade para controlar a ingestão alimentar, especialmente à noite. Ele relata que acorda várias vezes durante a noite e sente fome mesmo após refeições completas.

Exames laboratoriais mostram:

– leptina sérica elevada;
– grelina plasmática aumentada;
– resistência à insulina leve;
– perfil lipídico com triglicerídeos discretamente elevados.

Considerando o caso descrito, assinale a opção que melhor explica a interação entre os hormônios reguladores do apetite e a qualidade do sono do paciente.
Paciente de 38 anos, sexo feminino, com IMC de 37 kg/m², antecedentes de depressão e compulsão alimentar, já tentou diversos tratamentos à base de dieta e de medicações, sem sucesso.
Levando-se em consideração a melhor opção de tratamento da obesidade para essa paciente, deve-se 
Mulher de 36 anos, submetida há 18 meses à cirurgia bariátrica tipo bypass gástrico em Y de Roux, comparece para acompanhamento ambulatorial. Relata perda de 42?kg desde o procedimento e mantém dieta com restrição calórica moderada. Nega sintomas neurológicos ou gastrointestinais atuais. Refere uso diário de polivitamínico completo e vitamina B12 sublingual. Questiona se é necessário realizar exames de rotina, já que se sente bem, e quer também saber quais nutrientes ainda exigem suplementação contínua.
Com base nas diretrizes atuais para o seguimento clínico de pacientes após cirurgia bariátrica, a abordagem mais adequada é 
Paciente de 58 anos, portador de adenocarcinoma gástrico em tratamento quimioterápico há 3 meses, foi internado por quadro de confusão mental, alteração da marcha e diplopia.
O exame físico revela ataxia cerebelar, nistagmo horizontal bilateral e paralisia do sexto par de nervo craniano à direita. A família relatou inapetência importante e perda ponderal de 15 kg nos últimos 2 meses, além de episódios de vômitos frequentes relacionados à quimioterapia.
Considerando o quadro descrito, a conduta terapêutica mais apropriada é