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Maria, 28 anos, procura atendimento médico relatando diarreia crônica há 8 meses, com 4-5 evacuações diárias de consistência pastosa, associada a perda ponderal de 6 kg no período. Refere também fadiga, distensão abdominal pós-prandial e flatulência excessiva. Apresenta Diabetes Mellitus tipo 1 diagnosticado há 15 anos, em uso de insulina. Ao exame físico, apresenta IMC de 19 kg/m², palidez cutânea discreta e distensão abdominal leve. Exames laboratoriais mostram hemoglobina de 10,2 g/dL, ferro sérico baixo e ferritina reduzida.


A abordagem diagnóstica mais adequada para investigar doença celíaca nessa paciente é

Mulher de 36 anos, submetida há 18 meses à cirurgia bariátrica tipo bypass gástrico em Y de Roux, comparece para acompanhamento ambulatorial. Relata perda de 42?kg desde o procedimento e mantém dieta com restrição calórica moderada. Nega sintomas neurológicos ou gastrointestinais atuais. Refere uso diário de polivitamínico completo e vitamina B12 sublingual. Questiona se é necessário realizar exames de rotina, já que se sente bem, e quer também saber quais nutrientes ainda exigem suplementação contínua.


Com base nas diretrizes atuais para o seguimento clínico de pacientes após cirurgia bariátrica, a abordagem mais adequada é 

Mulher de 36 anos, submetida há 18 meses à cirurgia bariátrica tipo bypass gástrico em Y de Roux, comparece para acompanhamento ambulatorial. Relata perda de 42?kg desde o procedimento e mantém dieta com restrição calórica moderada.

Nega sintomas neurológicos ou gastrointestinais atuais. Refere uso diário de polivitamínico completo e vitamina B12 sublingual.

Questiona se é necessário realizar exames de rotina, já que se sente bem, e quer também saber quais nutrientes ainda exigem suplementação contínua.



Com base nas diretrizes atuais para o seguimento clínico de pacientes após cirurgia bariátrica, a abordagem mais adequada é 

O manejo hospitalar da criança com Desnutrição Aguda Grave (DAG) segue protocolos específicos da Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a síndrome de realimentação. Sobre a fase de estabilização (primeiros dias de tratamento), analise as afirmativas a seguir.

I. A prioridade nesta fase é a correção dos distúrbios hidroeletrolíticos, da hipotermia e da hipoglicemia, e o tratamento de infecções, utilizando-se uma dieta de baixa caloria e baixo volume.
II. A reidratação endovenosa deve ser prioritária, sempre que possível, sobre as soluções de reidratação oral de baixa osmolaridade (ReSoMal), administradas lentamente.
III. A suplementação de ferro deve ser iniciada nesta fase inicial, pois evita agravar processos infecciosos e gerar radicais livres em um organismo com capacidade antioxidante reduzida.

Está correto o que se afirma em:
Mulher, 22 anos, estudante universitária, apresenta restrição alimentar severa, preocupação excessiva com peso e forma corporal e perda ponderal de 15% nos últimos 3 meses. Relata episódios de vômitos autoinduzidos após ingestão de pequenas quantidades de alimento. Exame físico apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) 16 kg/m², hipotensão ortostática, bradicardia e lanugo discreto. Laboratório indica hipocalemia – 2,8 mEq/L, hipomagnesemia – 1,3 mg/dL e TGO/TGP discretamente elevadas. Qual é a conduta inicial mais apropriada para a paciente?