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Gestante de 34 anos, na 24ª semana de gestação, é acompanhada em pré-natal de alto risco por história de anemia crônica e cirurgia bariátrica com bypass gástrico em Y de Roux, realizada há 5 anos. Queixa-se de astenia, mas não há sinais de instabilidade hemodinâmica. Está em uso de 200 mg/dia de ferro elementar. Os exames laboratoriais mostram os seguintes resultados.

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Qual é a conduta terapêutica para essa gestante?
Adolescente de 14 anos foi levada a uma Unidade Básica de Saúde pelos pais por apresentar “medo intenso de engordar”. Refere preocupação excessiva com ganho de peso há 1 ano, razão pela qual tem feito restrição alimentar progressiva durante o dia. Relata, porém, episódios de compulsão alimentar quase todas as noites da semana, nos últimos 4 meses, quando não consegue controlar a quantidade e a qualidade do que come. Menciona compensar os episódios de compulsão alimentar com jejuns prolongados e exercícios físicos excessivos. Nega histórico de vômitos autoinduzidos ou uso de laxantes. Não há comorbidades clínicas prévias. O exame físico revela: paciente consciente e orientada; sinais vitais estáveis; IMC 23 kg/m2 ; pele levemente ressecada e ausência de sinais de desnutrição ou outras alterações.

Qual é a principal hipótese diagnóstica nesse caso?
Uma gestante de 11 semanas é admitida com história de náuseas e vômitos incoercíveis há quatro semanas, perda ponderal de 9% do peso pré-gestacional e incapacidade de ingerir alimentos sólidos ou líquidos. Após hidratação venosa com solução glicosada em outro serviço, evolui com dificuldade para deambular, diplopia e confusão mental. Ao exame físico, apresenta nistagmo horizontal, oftalmoparesia, ataxia da marcha e confusão mental.

A conduta mais adequada é
Uma jovem de 23 anos de idade é encaminhada a um hematologista para investigação de anemia. Sua dosagem de hemoglobina é de 9 g/dL, contagem de plaquetas de 100.000/µL, e leucometria normal. O VCM é de 108 fL.
Trouxe também, para mostrar ao hematologista, dosagem de ferro, ferritina e ácido fólico, todos normais e dosagem de vitamina B12 muito abaixo do normal.
A paciente é vegetariana estrita há dois anos, não come nada de origem animal e diz que nada a fará voltar a comer estes produtos, nem mesmo ovos ou laticínios.

A respeito do tratamento imediato e de longo prazo desta paciente, é correto afirmar que 
Mãe traz seus dois filhos do sexo masculino (de 8 e 13 anos) para avaliação pediátrica. Refere que está muito preocupada porque ambos engordaram muito no último ano, se alimentam muito mal, não fazem atividades físicas e passam cerca de 5 horas por dia na frente das telas. A mãe diz querer solicitar exames de sangue, pois tem histórico familiar de diabetes tipo 2.

Os dados antropométricos e de alteração do exame físico das crianças estão a seguir.

Filho 8 anos: 36kg; 1,31 m; (valor de referência IMC: Z+1 ? 17; Z+2 ? 19,5; Z+3 ? 23); PA 118 X 80 (valores referência: P90 = 110 x 71; P95= 114 X 74).

Filho 13 anos: 60 kg; 1,65 m; (valor de referência IMC: Z+1 ? 21; Z+2 ? 25; Z+3 ? 31,5); PA 126 X 78 (valores referência: P90 = 124 x 76; P95 = 128 X 80).

Sobre a avaliação e a conduta dos menores, é correto afirmar, de acordo com a SBP, que