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A obesidade tem aumentado na população pediátrica e se tornado um importante desafio nesse grupo, especialmente entre os adolescentes. A síndrome metabólica em adolescentes de 10 a 16 anos, de acordo com os critérios da International Diabetes Federation, são a presença de obesidade central (circunferência abdominal ? P90) + pelo menos 2 outros critérios.

Dois desses critérios são:
Mulher de 49 anos, com esclerose sistêmica há oito anos, apresenta distensão abdominal recorrente, episódios de diarreia e perda de 8 kg no último ano. O índice de massa corporal é de 17,4 kg/m². A investigação clínica demonstra dismotilidade intestinal associada à doença, com evidências de má absorção. Os exames laboratoriais mostram albumina discretamente reduzida e concentração sérica diminuída de 25-hidroxivitamina D. A paciente não utiliza glicocorticoides e não apresenta história prévia de fratura.

Considerando de forma integrada as manifestações gastrointestinais da esclerose sistêmica e seus possíveis efeitos sobre a saúde óssea, assinale a conduta mais adequada. 
Menino de 5 anos é levado à consulta por arqueamento progressivo dos membros inferiores e dificuldade para acompanhar outras crianças durante atividades físicas. A mãe relata alimentação pouco variada, com baixo consumo de leite e derivados, e pouca exposição solar.

Ao exame, apresenta baixa estatura para a idade, genu varo bilateral e alargamento dos punhos. Os exames laboratoriais mostram cálcio sérico no limite inferior da normalidade, fósforo reduzido, fosfatase alcalina elevada, paratormônio elevado e concentração reduzida de 25-hidroxivitamina D.

Considerando o conjunto de achados clínicos e laboratoriais, assinale a conduta inicial mais adequada.
Uma gestante de 11 semanas é admitida com história de náuseas e vômitos incoercíveis há quatro semanas, perda ponderal de 9% do peso pré-gestacional e incapacidade de ingerir alimentos sólidos ou líquidos. Após hidratação venosa com solução glicosada em outro serviço, evolui com dificuldade para deambular, diplopia e confusão mental. Ao exame físico, apresenta nistagmo horizontal, oftalmoparesia, ataxia da marcha e confusão mental.

A conduta mais adequada é
Uma jovem de 19 anos é levada pelos pais à consulta psiquiátrica, após perder 11 kg nos últimos 6 meses. Os pais dizem que praticamente não veem mais a filha comer. Frequentemente, ela inventa desculpas para se ausentar no momento das refeições. Quando não consegue, os pais dizem que ela come apenas a salada e um pedaço pequeno de carne. Passou a recusar comer arroz, feijão ou macarrão. Tornou-se mais irritadiça. Diariamente, caminha por 1h e faz exercícios abdominais durante 30 minutos. Está há 3 meses em amenorreia.
Ao exame, demonstra grande ansiedade e desconforto ao ser pesada. IMC: 16,8 Kg/m2 , FC: 56 bpm, PA: 90 x 50 mmHg, hipocorada ++/4+, acrocianose. Afirma saber que seu comportamento não é saudável, que está emagrecendo, mas não consegue se sentir satisfeita com sua imagem nem voltar a se alimentar adequadamente. Verbaliza que "gostaria que as coisas voltassem a ser como antes".
A hipótese diagnóstica mais provável é