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Mulher, 42 anos, IMC 36 kg/m2, hipertensão arterial controlada e sedentarismo procura atendimento para tratamento da obesidade. Bioimpedância elétrica multifrequencial mostra percentual de gordura elevado, massa magra aparentemente preservada e água corporal total discretamente reduzida. Fez jejum prolongado, treino intenso na véspera e uso recente de diurético.

A interpretação e conduta mais adequada diante desse resultado é
Mulher, 67 anos, obesidade grau II (IMC 37,1 kg/m²), HAS e DM2 controlados. Relata dificuldade em realizar atividades domésticas, fadiga e quedas frequentes no último ano. Força de preensão palmar de 16 kgf (percentil <10 para o sexo e idade). Densitometria óssea com Z-score de ?1,8 em coluna lombar. Bioimpedância revela massa muscular esquelética apendicular (MEA) de 5,4 kg/m² (abaixo do ponto de corte). 
Paciente de 71 anos internado por acidente vascular cerebral isquêmico extenso. No 2 dia de internação, permanece sonolento, sem condições seguras de deglutição, mas hemodinamicamente estável, com trato gastrointestinal funcionante e sem sinais de obstrução ou isquemia intestinal. A conduta nutricional mais adequada é
Mulher de 34 anos, com índice de massa corporal de 32,8 kg/m², apresenta obesidade há oito anos e apneia obstrutiva do sono grave, confirmada por polissonografia. Realizou tratamento clínico supervisionado, com orientação nutricional, atividade física e terapia medicamentosa, sem controle sustentado do peso ou da comorbidade. A avaliação psicológica não identifica transtorno psiquiátrico descompensado, abuso de substâncias ou incapacidade de adesão ao acompanhamento.
Considerando os critérios estabelecidos pela Resolução CFM nº 2.429/2025, a conduta mais adequada, quanto à indicação de cirurgia bariátrica e metabólica, é
Recém-nascido, 35 semanas, pequeno para a idade gestacional, admitido na UTIN com 12 horas de vida, com desconforto respiratório leve e tremores finos de extremidades e glicemia capilar 28 mg/dL. Prescrita dieta zero, bolus de glicose a 10% (2 mL/kg) na veia periférica e hidratação venosa com taxa de infusão de glicose (TIG) de 6 mg/kg/min. Após duas reavaliações a cada 30 minutos, a glicemia capilar estava entre 34 mg/dL e 36 mg/dL, com letargia moderada e hipotonia.
Diante do quadro e conforme as diretrizes para hipoglicemia, preconizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, a conduta é