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Paciente submetido a by-pass em Y de Roux para tratamento de
obesidade procura o pronto-socorro dois meses após a cirurgia,
apresentando vômitos persistentes, desidratação, nistagmo e
ataxia.
Das complicações a seguir, assinale a mais provável.
Das complicações a seguir, assinale a mais provável.
Em relação aos marcadores séricos na avaliação do estado
nutricional no pré-operatório, é correto afirmar que
Um homem de 42 anos foi encaminhado a seu ambulatório de
cirurgia do aparelho digestivo por disfagia progressiva há quatro
meses. Relata que, há aproximadamente seis meses, ingeriu
acidentalmente grande quantidade de um produto de limpeza
alcalino industrial armazenado inadequadamente em uma
garrafa de refrigerante. Na ocasião, apresentou intensa
odinofagia, sialorreia, dor retroesternal e queimaduras orais,
sendo internado por vários dias. Evoluiu sem necessidade de
cirurgia de emergência.
Recebeu alta hospitalar e após melhora inicial, começou a apresentar dificuldade para deglutir, a princípio, para alimentos sólidos, com progressão gradual para alimentos pastosos. Nas últimas semanas, passou a tolerar apenas líquidos. Refere perda ponderal de 14 kg nesse período, refere episódios frequentes de regurgitação alimentar e importante comprometimento nutricional. Não há história de hematêmese, melena ou sintomas respiratórios.
Ao exame físico encontra-se emagrecido, com índice de massa corporal de 17 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+), discreta atrofia muscular e sinais clínicos de desnutrição proteico-calórica. O exame cervical é normal. Não há linfonodomegalias palpáveis no pescoço. O exame cardiopulmonar e abdominal não apresenta alterações.
Uma seriografia do esôfago demonstra estenose longa, irregular, localizada no terço médio e distal do esôfago, com importante redução luminal. A endoscopia digestiva alta revela estenose cicatricial extensa, permitindo passagem apenas de endoscópio ultrafino. As biópsias não demonstram malignidade.
Considerando as diretrizes cirúrgicas atuais para o manejo da estenose cáustica do esôfago, a conduta mais apropriada nesse momento, será
Recebeu alta hospitalar e após melhora inicial, começou a apresentar dificuldade para deglutir, a princípio, para alimentos sólidos, com progressão gradual para alimentos pastosos. Nas últimas semanas, passou a tolerar apenas líquidos. Refere perda ponderal de 14 kg nesse período, refere episódios frequentes de regurgitação alimentar e importante comprometimento nutricional. Não há história de hematêmese, melena ou sintomas respiratórios.
Ao exame físico encontra-se emagrecido, com índice de massa corporal de 17 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+), discreta atrofia muscular e sinais clínicos de desnutrição proteico-calórica. O exame cervical é normal. Não há linfonodomegalias palpáveis no pescoço. O exame cardiopulmonar e abdominal não apresenta alterações.
Uma seriografia do esôfago demonstra estenose longa, irregular, localizada no terço médio e distal do esôfago, com importante redução luminal. A endoscopia digestiva alta revela estenose cicatricial extensa, permitindo passagem apenas de endoscópio ultrafino. As biópsias não demonstram malignidade.
Considerando as diretrizes cirúrgicas atuais para o manejo da estenose cáustica do esôfago, a conduta mais apropriada nesse momento, será
Recém-nascido, 35 semanas, pequeno para a idade gestacional,
admitido na UTIN com 12 horas de vida, com desconforto
respiratório leve e tremores finos de extremidades e glicemia
capilar 28 mg/dL. Prescrita dieta zero, bolus de glicose a 10% (2
mL/kg) na veia periférica e hidratação venosa com taxa de
infusão de glicose (TIG) de 6 mg/kg/min. Após duas reavaliações a
cada 30 minutos, a glicemia capilar estava entre 34 mg/dL e 36
mg/dL, com letargia moderada e hipotonia.
Diante do quadro e conforme as diretrizes para hipoglicemia, preconizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, a conduta é
Diante do quadro e conforme as diretrizes para hipoglicemia, preconizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, a conduta é
Mãe traz seus dois filhos do sexo masculino (de 8 e 13 anos) para
avaliação pediátrica. Refere que está muito preocupada porque
ambos engordaram muito no último ano, se alimentam muito
mal, não fazem atividades físicas e passam cerca de 5 horas por
dia na frente das telas. A mãe diz querer solicitar exames de
sangue, pois tem histórico familiar de diabetes tipo 2.
Os dados antropométricos e de alteração do exame físico das crianças estão a seguir.
Filho 8 anos: 36kg; 1,31 m; (valor de referência IMC: Z+1 > 17; Z+2 > 19,5; Z+3 > 23); PA 118 X 80 (valores referência: P90 = 110 x 71; P95= 114 X 74).
Filho 13 anos: 60 kg; 1,65 m; (valor de referência IMC: Z+1 > 21; Z+2 > 25; Z+3 > 31,5); PA 126 X 78 (valores referência: P90 = 124 x 76; P95 = 128 X 80).
Sobre a avaliação e a conduta dos menores, é correto afirmar, de acordo com a SBP, que
Os dados antropométricos e de alteração do exame físico das crianças estão a seguir.
Filho 8 anos: 36kg; 1,31 m; (valor de referência IMC: Z+1 > 17; Z+2 > 19,5; Z+3 > 23); PA 118 X 80 (valores referência: P90 = 110 x 71; P95= 114 X 74).
Filho 13 anos: 60 kg; 1,65 m; (valor de referência IMC: Z+1 > 21; Z+2 > 25; Z+3 > 31,5); PA 126 X 78 (valores referência: P90 = 124 x 76; P95 = 128 X 80).
Sobre a avaliação e a conduta dos menores, é correto afirmar, de acordo com a SBP, que