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Em consulta ambulatorial de nutrição, uma paciente de 32 anos, sem comorbidades conhecidas, relatou interesse em iniciar suplementação de ômega-3 por acreditar que o produto “faz bem para o coração” e poderia melhorar sua saúde de forma geral.

Ela não consome peixe com frequência, mas não apresenta hipertrigliceridemia, doença cardiovascular aterosclerótica, insuficiência cardíaca, doença renal crônica, gestação ou outra indicação clínica documentada.

Considerando as evidências atuais sobre o uso de ômega-3 em adultos, assinale a afirmativa correta. 
Um homem de 61 anos, com diagnóstico recente de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) estágio II, sem outras comorbidades metabólicas, procurou orientação nutricional com o objetivo de adotar estratégias não farmacológicas para o controle dos níveis pressóricos.

O paciente relatou receio quanto ao uso de múltiplos medicamentos e deseja saber quais intervenções alimentares possuem maior nível de evidência científica e força de recomendação para reduzir, de maneira sustentada, a pressão arterial sistólica e diastólica.

À luz das Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (SBC, 2020) e do padrão alimentar DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension), assinale a opção que indica a conduta correta estruturada pelo Nutricionista. 
Paciente internado apresenta insuficiência cardíaca congestiva associada a quadro de edema, além de fazer uso prolongado de corticoides. A dieta apropriada para esse paciente é a:
Segundo a I Diretriz sobre o Consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular, a recomendação com maior evidência científica para o consumo de ácidos graxos saturados além do recomendado está relacionado a qual desfecho clínico?
Segundo a I Diretriz sobre o Consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular, evidências científicas obtidas a partir de múltiplos estudos randomizados de bom porte, concordantes e/ou de metanálise robusta de estudos clínicos randomizados, apontam que: