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Na definição preliminar de caso da Síndrome Inflamatória Multissistêmica em Crianças (MIS-C), considerando os demais achados clínicos e laboratoriais, a febre deve ocorrer
Uma criança de 5 anos é atendida na Atenção Primária à Saúde (APS) por queixa dos pais de congestão nasal persistente há 12 dias, associada a secreção nasal purulenta, tosse noturna e febre baixa intermitente (até 38°C), sem melhora inicial seguida de agravamento. O exame físico revela secreção purulenta em cavum, sem sinais de complicações, como celulite periorbitária ou meningismo.
O critério diagnóstico diferencial entre o resfriado comum (rinofaringite aguda viral) e a rinossinusite aguda bacteriana, nesse caso, é:
O diagnóstico da rinossinusite bacteriana aguda (RBA) na infância é essencialmente clínico, baseado na apresentação e na duração dos sintomas.
Assinale a alternativa correta sobre essa doença.
O Ministério da Saúde atualizou as diretrizes de manejo clínico da dengue em face do aumento de casos em 2024.
Um paciente, que apresenta febre há 4 dias, acompanhada de dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes e queda brusca de plaquetas, deve ser classificado e manejado de que forma?

Uma mulher de 28 anos é atendida na Atenção Primária à Saúde (APS) com queixas de febre alta, mialgia intensa, cefaleia retro-orbital e dor abdominal persistente há três dias, associadas a náuseas e vômitos recorrentes. Ela nega comorbidades crônicas e relata exposição recente a mosquitos em ambiente domiciliar. Ao exame físico, apresenta taquicardia, hipotensão postural, dor à palpação abdominal difusa e plaquetopenia moderada (80.000/mm³) nos exames laboratoriais iniciais, sem sinais de sangramento ou extravasamento plasmático evidente.



Qual é a conduta inicial mais apropriada em relação à referência e contrarreferência para serviços especializados e hospitalares?