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Homem de 36 anos, vivendo com HIV não tratado, chega ao pronto-socorro com cefaleia progressiva, febre baixa, confusão mental e crises convulsivas nos últimos dias. O CD4 recente é de 45 células/mm³. Na tomografia de crânio com contraste, observam-se lesões múltiplas em núcleos da base, com realce em “anel” e importante edema vasogênico ao redor. Qual é o diagnóstico mais provável?
Sobre a doença de Chagas, analise as seguintes assertivas:

I. Pode ser transmitida, embora de forma menos frequente, por via oral, incluindo a ingestão de alimentos ou carne de caça contaminados pelo Trypanosoma cruzi.
II. Em indivíduos com a doença na forma crônica, o esôfago é o órgão mais comumente afetado.
III. O sinal de Romaña, o achado clássico na forma aguda da doença, consiste em edema indolor das pálpebras e dos tecidos perioculares e pode aparecer quando a conjuntiva for a porta de entrada dos parasitas.

Quais estão corretas?
Paciente adulto, assintomático, imunocompetente, sem comorbidades conhecidas e sem história de contato com tuberculose, comparece à consulta trazendo exames laboratoriais solicitados por outro médico durante avaliação de rotina, entre eles um teste IGRA (ensaio de liberação de interferon-gama), que resultou positivo. A radiografia de tórax é normal, e o paciente nega sintomas respiratórios ou sistêmicos. Diante desse achado, assinale a alternativa que indica a melhor conduta.
Em consulta médica, homem,37 anos, relata retorno há 8 dias de viagem de férias ao Norte do país. Informa início do quadro há aproximadamente 6 dias, com exantema difuso e pruriginoso, mal-estar geral e dor articular leve, principalmente em mãos e tornozelos. Refere episódio inicial de febre baixa, atualmente ausente. Ao exame físico, apresenta temperatura axilar de 37,5 °C, discreto edema periarticular e linfonodos cervicais palpáveis e dolorosos. Não há sinais hemorrágicos, icterícia, mialgia intensa ou comprometimento neurológico. Com base no quadro clínico e no antecedente epidemiológico, assinale a alternativa que apresenta a hipótese diagnóstica mais provável.
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Um indivíduo adulto, sem história prévia de vacinação ou infecção pelo vírus da hepatite B, recebe imunoglobulina humana anti-HBV após exposição ocupacional com material comprovadamente não infectante. É realizada sorologia 72 horas após a administração da imunoglobulina, exclusivamente para avaliação dos efeitos da imunização passiva. Qual é o perfil sorológico esperado nesse contexto?