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Um adolescente de 16 anos apresenta febre, odinofagia intensa, linfadenopatia cervical e fadiga há 7 dias. Ao exame físico, observa-se hiperemia faríngea, placas esbranquiçadas nas tonsilas e esplenomegalia leve. Há suspeita clínica de mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein-Barr (EBV).

Qual é a abordagem mais adequada para confirmar o diagnóstico?
Um paciente de 45 anos, portador de HIV com contagem de CD4 < 200 células/mm³, apresenta febre, tosse seca e dispneia progressiva há 5 dias. A radiografia de tórax mostra infiltrados intersticiais bilaterais difusos.

Com base no quadro clínico e no contexto de imunossupressão, qual é a abordagem para a pneumonia oportunista e o agente etiológico?
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Um adolescente de 16 anos apresenta febre, odinofagia intensa, linfadenopatia cervical e fadiga há 7 dias. Ao exame físico, observa-se hiperemia faríngea, placas esbranquiçadas nas tonsilas e esplenomegalia leve. Há suspeita clínica de mononucleose infecciosa, causada pelo vírus Epstein-Barr (EBV).

Qual é a abordagem mais adequada para confirmar o diagnóstico?
Um paciente de 45 anos, portador de HIV com contagem de CD4 < 200 células/mm³, apresenta febre, tosse seca e dispneia progressiva há 5 dias. A radiografia de tórax mostra infiltrados intersticiais bilaterais difusos.

Com base no quadro clínico e no contexto de imunossupressão, qual é a abordagem para a pneumonia oportunista e o agente etiológico?
Uma criança de 5 anos apresenta febre baixa, linfadenopatia occipital e retroauricular, seguida de exantema maculopapular fino, iniciando na face e tronco, sem pródromos intensos como tosse ou conjuntivite.

Qual é o diagnóstico mais provável, considerando o diferencial entre sarampo, rubéola e varicela?