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Mulher de 28 anos, previamente hígida, procura atendimento por lesão indolor em vulva, percebida há aproximadamente 10 dias. Refere relação sexual desprotegida com parceiro eventual há cerca de três semanas. Nega corrimento, febre ou prurido.

Ao exame ginecológico, observa-se úlcera única de aproximadamente 1,5 cm em pequeno lábio esquerdo, de bordas endurecidas, base limpa e fundo avermelhado. Linfonodos inguinais bilaterais aumentados, firmes, indolores e não aderidos. Refere ausência de dor local.

O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial recomendada são
Mulher de 23 anos, sexualmente ativa, procura atendimento com queixa de corrimento vaginal abundante há 7 dias. Refere secreção de coloração amarelo-esverdeada, de odor desagradável e associada a prurido intenso. Ao exame especular, observa-se colpite difusa, com presença de secreção bolhosa e áreas puntiformes de sangramento na ectocérvice, conferindo o aspecto conhecido como “colo em morango”. O pH vaginal é de 5,2 e o teste de aminas com KOH é negativo.

Assinale o agente etiológico mais provavelmente associado a esse quadro clínico.
Escolar do sexo feminino, 10 anos, previamente hígida, apresenta aumento progressivo de volume em região cervical direita há 6 semanas, associado a febre vespertina baixa, sudorese noturna e perda ponderal de 2 kg. Ao exame físico, nota-se linfonodo cervical posterior direito, de consistência endurecida, indolor, medindo cerca de 3 cm, sem sinais flogísticos cutâneos. Ausculta pulmonar sem alterações. Radiografia de tórax sem infiltrados ou adenomegalias hiliares evidentes. Prova tuberculínica (PPD) positiva (15 mm). Hemograma com leucócitos 7.200/mm³, VHS 48 mm/h. Ultrassonografia cervical confirma linfonodo hipoecoico com áreas de necrose central. Punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revelou granuloma caseoso e bacilos álcool?ácido resistentes (BAAR) na baciloscopia direta.
O diagnóstico mais provável para esse caso é
Pré-escolar do sexo masculino, 3 anos, residente em área rural de estado endêmico para leishmaniose visceral, é trazido à consulta com história de febre diária há 30 dias, perda ponderal, inapetência e aumento progressivo do abdome. Ao exame físico: palidez cutaneomucosa, hepatoesplenomegalia importante e linfonodomegalia cervical discreta. Hemograma evidencia pancitopenia (Hb 8,1 g/dL, leucócitos 2.300/mm³, plaquetas 78.000/mm³), proteína C reativa elevada e hipergamaglobulinemia. Teste rápido rK39 para leishmaniose foi positivo e a punção de medula óssea confirmou a presença de amastigotas.
A conduta terapêutica inicial mais adequada para esse caso é 
Homem, 42 anos, comerciante procura assistência médica devido a fadiga persistente, hiporexia e icterícia. Negava uso de drogas IV, álcool, transfusão ou viagens recentes. Refere contato sexual desprotegido com múltiplas parceiras no passado.
Ao exame, se encontra ictérico +/4, fígado palpado a 2 cm abaixo do RCD, sem ascite ou esplenomegalia. HBsAg positivo, HBeAg negativo, anti-HBe positivo, anti-HBc IgG positivo, anti-HBcIgM negativo, HBV DNA 107 UI/l TGO 150 U/l TGP 120 U/l.
A melhor opção para o quadro do paciente é