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Paciente, 27 anos, oriundo de região amazônica, apresenta quadro agudo febril intermitente, petéquias, gengivorragia, anemia (Hb = 8 g/dL), urina escura, retenção nitrogenada (ureia 180mg%, creatinina 5,3 mg%), hiponatremia 128 mEq/L, hipercalemia 6,0 mEq/L, bilirrubina total 5,0 mg/dL, plaquetas 70.000, LDH 1300 U/L, CPK 750 U/L, HCO3– 18 mEq/L. Sedimento urinário com hemoglobinúria maciça.

O diagnóstico etiológico mais provável da injúria renal aguda é 

Paciente, 26 anos, previamente saudável, morador em região afetada por alagamento e inundação urbana devido a enchentes. Participou de ações de resgate de moradores e animais domésticos uma semana antes de se internar no hospital com febre, astenia, mialgia, icterícia e retenção nitrogenada. Foi solicitada sorologia para leptospirose, que se encontra em andamento.


Na ausência da sorologia, o seguinte conjunto de exames bioquímicos tem valor sugestivo ou preditivo para o diagnóstico de Injúria Renal Aguda por Leptospirose:

O aleitamento materno é uma das prioridades do Governo Federal. O Ministério da Saúde recomenda a amamentação até os dois anos de idade ou mais, e que nos primeiros 6 meses, o bebê receba somente leite materno (aleitamento materno exclusivo), ou seja, sem necessidade de sucos, chás, água e outros alimentos.


Uma contraindicação para a amamentação é

A paracoccidioidomicose (PCM) é a principal micose sistêmica no Brasil. Essa doença representa uma das dez principais causas de morte por doenças infecciosas e parasitárias, crônicas e recorrentes, no país.


A exposição ao fungo está relacionada com o manejo do solo contaminado em atividades agrícolas, tais como terraplanagem, preparo de solo, práticas de jardinagem, transporte de produtos vegetais, entre outras. A maioria dos indivíduos que adoeceram com a PCM apresenta história de atividade agrícola exercida nas duas primeiras décadas de vida. Hábitos como tabagismo e etilismo também são considerados fatores de risco frequentemente associados à micose, e ao agravamento do seu quadro clínico.


A droga de primeira escolha para tratamento nos casos leves a moderados é o(a)

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, com elevada letalidade nas suas formas graves. A doença é causada por um vírus transmitido por mosquitos, e possui dois ciclos de transmissão (urbano e silvestre).


A vacina é a principal ferramenta de prevenção da febre amarela. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferta vacina contra a febre amarela para toda população. Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).


Assinale a opção que apresenta uma contraindicação para a vacinação contra a febre amarela.