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Um paciente de 19 anos apresenta-se com história de 5 dias de edema progressivo ao redor do olho direito, após uma semana de dor nasal. Ao exame físico, há edema de pálpebra, proptose do globo ocular e limitação da movimentação do globo por dor sem perda de visão. Seus sinais vitais são 38 oC de temperatura, p4 bpm de frequência respiratória, 128 x 76 mmHg de pressão arterial. Uma TC demonstra inflamação da musculatura extraocular e desposicionamento anterior do globo ocular com sinusite frontal, sem evidências de inflamação intracraniana ou comprometimento vascular.


Enquanto se aguarda o resultado das hemoculturas, o regime antibiótico mais apropriado é

Escolar do sexo feminino, 10 anos, previamente hígida, apresenta aumento progressivo de volume em região cervical direita há 6 semanas, associado a febre vespertina baixa, sudorese noturna e perda ponderal de 2 kg. Ao exame físico, nota-se linfonodo cervical posterior direito, de consistência endurecida, indolor, medindo cerca de 3 cm, sem sinais flogísticos cutâneos. Ausculta pulmonar sem alterações. Radiografia de tórax sem infiltrados ou adenomegalias hiliares evidentes. Prova tuberculínica (PPD) positiva (15 mm). Hemograma com leucócitos 7.200/mm³, VHS 48 mm/h. Ultrassonografia cervical confirma linfonodo hipoecoico com áreas de necrose central. Punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revelou granuloma caseoso e bacilos álcool?ácido resistentes (BAAR) na baciloscopia direta.
O diagnóstico mais provável para esse caso é
Pré-escolar do sexo masculino, 3 anos, residente em área rural de estado endêmico para leishmaniose visceral, é trazido à consulta com história de febre diária há 30 dias, perda ponderal, inapetência e aumento progressivo do abdome. Ao exame físico: palidez cutaneomucosa, hepatoesplenomegalia importante e linfonodomegalia cervical discreta. Hemograma evidencia pancitopenia (Hb 8,1 g/dL, leucócitos 2.300/mm³, plaquetas 78.000/mm³), proteína C reativa elevada e hipergamaglobulinemia. Teste rápido rK39 para leishmaniose foi positivo e a punção de medula óssea confirmou a presença de amastigotas.
A conduta terapêutica inicial mais adequada para esse caso é
Escolar, cinco anos, é levado à emergência com história de diarreia há dois dias, cinco episódios nas últimas 24 horas, sendo os dois mais recentes com sangue e muco. Hoje ele apresenta febre alta, dor abdominal e dor ao evacuar. Ao exame, hidratado, com queda do estado geral, olhos normais e turgor preservado. Nega doenças anteriores.
Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, o antimicrobiano de escolha a ser usado é
Escolar, seis anos, é trazida ao ambulatório de pediatria com história de coceira intensa na região anal, à noite, causando sono agitado e irritabilidade. Ela não apresenta febre, dor abdominal ou alterações intestinais. Os responsáveis negam vermes visíveis nas fezes, mas relatam que a criança frequentemente leva as mãos à região perianal durante o sono. O irmão, que dorme na mesma cama várias noites na semana, há um dia vem apresentando os mesmos sintomas. Ao exame físico, foram observadas lesões cutâneas locais.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o habitat natural típico do agente etiológico causador do desconforto é a região do