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A pneumocistose (PCP) é o quadro pulmonar mais frequente em pacientes com aids e contagem de linfócitos T CD4 < 200 céluals/mm3 . O Pneumocystis jirovecii foi inicialmente classificado como um protozoário com base em suas características morfológicas. Em 1988, uma análise da pequena subunidade rRNA do Pneumocystis estabeleceu uma ligação filogenética com o reino Fungi, e toda a informação genômica subsequente corroborou a morfologia do Pneumocystis dentro dos fungos actinomicetos.
Esses fungos respondem ao tratamento antimicrobianos antimetabólitos antagonistas do folato, especificamente uma associação de sulfonamida (sulfametoxazol) com inibidor da dihidrofolato redutase (trimetoprima). Entretanto, ao se iniciar o tratamento dos enfermos é frequente a piora paradoxal, com exacerbação dos sinais clínicos e agravamento do quadro.
Para evitarmos essa piora, deve-se associar ao tratamento antimicrobiano
Em 2004, foi registrado nos Estados Unidos o primeiro relato de tratamento de raiva humana em paciente que não recebeu vacina ou soro antirrábico e evoluiu para cura. A descrição detalhada da terapêutica realizada nessa paciente foi publicada no Protocolo de Milwaukee. No Brasil, em 2008, foi confirmada raiva em um paciente do estado de Pernambuco.
A investigação demonstrou que o caso se vinculava à mordida de morcego hematófago. Após confirmação diagnóstica laboratorial, foi iniciado o protocolo de tratamento de Milwaukee adaptado à realidade brasileira, denominado Protocolo de Recife, Protocolo de Tratamento da Raiva Humana no Brasil (Brasil, 2011), resultando no primeiro registro de cura de raiva humana no País. Em 2017, ocorreu o segundo caso de cura com sequelas neurológicas: um adolescente com histórico de espoliação de morcego hematófago, morador de área ribeirinha, no estado do Amazonas, com diagnóstico laboratorial para raiva (Brasil, 2011). Esse Protocolo pode ser aplicado frente a casos confirmados da doença e sob orientação da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS).
O diagnóstico da raiva pode ser feito de diversas maneiras, entretanto, a técnica do RT?hN-PCR (Reverse Transcription hemiNested PCR, ou em português: transcrição reversa seguida de PCR hemi-aninhada) foi aplicada em alguns estudos de diagnóstico ante?mortem da raiva humana, aumentando em respectivamente 98% e 100% a sensibilidade e especificidade no diagnóstico.
A técnica funciona da seguinte maneira: primeiro, extrai-se RNA viral da amostra, e utiliza-se a enzima transcriptase reversa para convertê-lo em DNA complementar (cDNA) por RT-PCR. Este cDNA é amplificado com um par de primers externos por PCR. A seguir, o produto da primeira PCR é submetido a uma segunda rodada de PCR usando um par de primers, dos quais um é interno (aninhado) em relação aos originais (Hemi?nested PCR), isso aumenta significativamente a especificidade e a sensibilidade da detecção. Esse protocolo?– exatamente esse tipo de combinação – pode ser usado para detectar o vírus rábico, empregando RT?PCR com primers voltados ao gene da glicoproteína (G) e RT?PCR seguido de hemi?nested PCR (hnRT?PCR) com primers para o gene da nucleoproteína (N) do vírus da raiva

Nesse caso, o seguinte material biológico deve ser preferencialmente coletado e encaminhado ao laboratório:
Um acadêmico do quinto período do curso de medicina começou a frequentar a sala verde de uma grande emergência durante estágio oficial. Uma semana depois apresentou quadro clínico composto por espirros, congestão nasal, secreção nasal (rinorreia), dor de garganta, tosse, estado febril, cefaleia e malestar.
Ao exame físico observou-se inflamação conjuntival, edema de mucosa nasal, eritema de arcos faríngeos e adenopatia discreta. Pulmão limpo na ausculta. O diagnóstico clinico foi o resfriado comum.
Assinale a opção que apresenta o agente mais frequentemente encontrado no resfriado comum e o principal tratamento indicado. 
Médico R1 sofreu ferimento em dedo indicador da mão esquerda, com agulha grossa utilizada durante treinamento para punção da veia subclávia em um paciente com aids já diagnosticada
Nesse caso, o esquema antirretroviral para profilaxia pósexposição de risco (PEP) à infecção pelo HIV indicado pelo Ministério da Saúde é
Uma mulher com 23 anos de idade, nascida em família na qual o movimento antivacina é uma realidade, apresentou febre baixa de três a quatro dias de evolução, associada a mialgia, anorexia, mal-estar e cefaleia. Procurou o pronto-socorro devido a quadro de dor abdominal de grande intensidade em fossa ilíaca direita com descompressão dolorosa. Queixou-se também de dor mamária.
O exame físico detectou aumento do volume, sensibilidade dolorosa à palpação superficial, coloração avermelhada e calor. Relatou ainda dor epigástrica. Outro achado nessa paciente foi dor, aumento da sensibilidade e aumento de volume da glândula parótida, apenas do lado direito.
Exames laboratoriais foram realizados e o hemograma mostrou anemia discreta, leucocitose com linfocitose relativa, aumento da PCR, transaminases aumentadas em duas vezes o valor normal, creatinina normal e ureia com valor aumentado. Bilirrubinas normais. Amilase aumentada cinco vezes e lipase normal. EAS sem alterações.
Baseado no conjunto dos sintomas e nos exames laboratoriais a principal hipótese diagnóstica é