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TEXTO 1

Com o crescente consumo de aparelhos eletrônicos e uso de tecnologias dentro e fora da escola, os jovens de hoje têm mostrado grande interesse por essas novas práticas. O ambiente em que os estudantes crescem também sofre muita influência do mundo digital, e os jovens levam para a sala de aula o que estão acostumados a vivenciar em casa. Como consequência, o professor se vê diante de uma “concorrência” com aparelhos e tecnologias que despertam o interesse e a curiosidade dos estudantes em termos de diversão e de convívio social.

TEXTO 2

É preciso ressaltar que o currículo é muito mais do que um programa escolar e um rol de disciplinas: ele é uma ação pedagógica coletiva que se fundamenta numa concepção de homem e de sociedade, implicando atitudes diante das relações sociais e políticas. Além das questões do conhecimento, o currículo se relaciona com as noções de identidade e subjetividade, ou seja, com aquilo que somos e aquilo em que nos tornamos.

FERRAZ, O. L.; CORREIA, W. R. Teorias curriculares, perspectivas teóricas em Educação Física Escolar e implicações para a formação docente. Rev. Bras. Educ. Fís. Esporte, São Paulo, v. 26, n. 3, p. 531-540, 2012 (adaptado).

A partir da perspectiva multicultural e do entendimento de currículo apresentado, é correto afirmar que o uso de jogos eletrônicos em ambiente escolar deve ser
As práticas corporais de aventura como conteúdo da Educação Física escolar podem promover expressões e formas de experimentação corporal centradas nas perícias e proezas provocadas pelas situações de imprevisibilidade apresentadas quando o praticante interage com um ambiente desafiador. Elas se caracterizam por explorar as incertezas que o ambiente físico localizado no interior da escola ou fora dela cria para o praticante.

BRASIL. Base Nacional Curricular Comum. Ministério da Educação, 2017 (adaptado).

Para diminuir ou mitigar os riscos inerentes à prática corporal de aventura na natureza, o professor de Educação Física deve
Na sociedade contemporânea, os brinquedos produzidos pela indústria cultural reforçam os marcadores sociais de gênero. Dado esse contexto, é importante que o trabalho pedagógico da Educação Física, desde a Educação Infantil, problematize as fronteiras de gênero e paute o reconhecimento e o acolhimento das diversidades como valores necessários à formação humana. Nesse cenário, a abordagem coeducativa traz indicações metodológicas para potencializar uma prática educativa orientada por esses valores e para sensibilizar os indivíduos quanto a isso, apresentando à Educação Física uma alternativa pedagogicamente viável.

Diante do desafio descrito, um trabalho pedagógico com a Educação Física que se oriente pela perspectiva coeducativa deve
A educação física, para ser inclusiva, deve considerar que pessoas com deficiência visual têm o mesmo direito de conhecer e vivenciar a prática de várias modalidades esportivas que indivíduos sem deficiência. Partindo dessa perspectiva e visando contemplar o objeto de conhecimento “Esportes de precisão”, de modo a estimular a autonomia discente, um professor de Educação Física, ao preparar uma aula para uma turma do 7º ano do Ensino Fundamental, pensou em uma atividade por ele intitulada de “Golfe às cegas”, apesar de não haver nenhum estudante cego na turma. Após estabelecer o objetivo da aula e considerar as adaptações necessárias à realidade da escola para a prática do golfe (construção de tacos alternativos, utilização de buracos da quadra da escola, entre outras), ele organizou os procedimentos metodológicos, partindo dos conhecimentos trabalhados em aulas anteriores sobre as características dos esportes de precisão. Adotou, como estratégias didático-pedagógicas, roda de conversa, organização da turma em duplas (um estudante sem venda, que seria o guia, e o outro com venda nos olhos) e situação-problema para estimular os estudantes a conversarem entre si para tomada de decisão acerca dos caminhos, para que o estudante sem venda orientasse o colega vendado na realização das atividades.

Considerando essa situação, assinale a opção que apresenta um objetivo que seja adequado para esse plano de aula, contemple a dimensão atitudinal e seja coerente com a estratégia metodológica escolhida.
Durante uma reunião pedagógica de planejamento, um professor de Educação Física atuante na Educação Infantil foi incumbido de desenvolver uma unidade didática vinculada ao campo de experiência denominado corpo, gestos e movimentos, previsto na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), priorizando a expressão corporal como forma de linguagem das crianças. Depois de refletir, o docente propôs a tematização de danças que dialogam com a existência ancestral, como é o caso das tradicionais e folclóricas. O próximo passo foi a escolha de um delineamento metodológico que assegurasse o protagonismo infantil e as crianças como sujeitos de direitos e produtores de cultura.

Considerando essa situação, assinale a opção que apresenta uma proposta de ensino da dança com crianças que atenderia a essa perspectiva de trabalho, dentro do campo de experiência mencionado.