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Questões por página:

A respeito da obesidade infantil, no que tange à prevenção, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.



( ) Para a prevenção da obesidade infantil, deve-se reduzir de 5 a 7 horas por dia a atividade física, com programas audiovisuais.


( ) A obesidade infantil está diretamente associada à alimentação inadequada. O desafio é incentivar o acesso à alimentação saudável com mais arroz e feijão, frutas e verduras; substituir ou evitar alimentos ultraprocessados, como achocolatados, refrigerantes e biscoitos recheados, entre outros.


( ) A obesidade infantil está associada ao maior risco de desenvolvimento de outras doenças ou condições perigosas para a saúde, como resistência insulínica, prédiabetes ou diabetes, altas taxas de colesterol e triglicerídeos e pressão alta, além de consequências emocionais e psicológicas.

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Diante da crescente prevalência de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) associadas a hábitos alimentares inadequados, a compreensão dos determinantes sociais e comportamentais torna-se fundamental para a implementação de estratégias de intervenção eficazes. Considerando a epidemiologia das DCNTs e as melhores práticas em nutrição, a abordagem de intervenção mais complexa e que pode promover mudanças sustentáveis na saúde da população é:
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Em relação à adequação alimentar em comunidades assistidas, assinale a alternativa INCORRETA.
A Educação Alimentar e Nutricional (EAN), como um dos eixos estruturantes do Programa Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), preconiza a adoção de abordagens pedagógicas que promovam a autonomia e a capacidade de escolhas alimentares conscientes e saudáveis. A respeito dos princípios e das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira (GAPB), a estratégia de EAN que demonstra maior efetividade na transformação de práticas alimentares, em diferentes níveis de intervenção, é:
Analise a situação hipotética a seguir:

Um município com alta prevalência de insegurança alimentar grave, implementou um programa de transferência de renda condicionada à participação em oficinas de educação alimentar e nutricional e ao acompanhamento do estado nutricional de crianças menores de cinco anos. Uma avaliação detalhada do programa, após dois anos de implementação, revelou uma diminuição significativa na prevalência de insegurança alimentar grave, porém persistia uma alta incidência de sobrepeso e de obesidade infantil nas famílias beneficiárias.

Neste sentido, a persistência do sobrepeso e da obesidade infantil pode ser justificada: