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A prática culinária pode ser emancipatória ao fomentar a autonomia alimentar, preservar identidades culturais, criar oportunidades econômicas, educar sobre nutrição, incentivar a expressão criativa e fortalecer laços sociais. Contudo, obstáculos como desigualdades no acesso a alimentos de qualidade e a falta de tempo para cozinhar podem restringir seu impacto. Portanto, sua promoção requer abordagens abrangentes que considerem questões sociais, econômicas e culturais. Uma estratégia que poderia ser utilizada para incentivar o desenvolvimento de habilidades culinárias é:
Na ótica do cuidado emancipador, o indivíduo deixa de ser simplesmente um paciente para se tornar um participante ativo em relação à sua saúde. Os cuidados não se limitam à intervenção dos profissionais de saúde sobre os indivíduos. Pelo contrário, eles devem engajar os próprios indivíduos em seu processo de cuidado e utilizar seus conhecimentos para colaborar na construção conjunta de significados em relação aos novos conhecimentos em saúde, estabelecendo uma ligação com seus objetivos de vida e sua concepção de bemestar. Quais são os exemplos concretos de práticas de cuidado emancipador na saúde pública ou em contextos clínicos específicos? 
Na perspectiva do alcance da Segurança Alimentar e Nutricional, o território é considerado um campo estratégico. A principal importância do envolvimento do território no planejamento de ações da EAN é:
O Marco de Referência da Educação Alimentar e Nutricional (EAN) para as políticas públicas apresenta nove princípios que norteiam ações em diversos setores e cenários. A alternativa abaixo que NÃO está corretamente relacionado aos princípios da EAN no contexto do marco de referência é:
As práticas alimentares parentais se constituem nos comportamentos adotados pelos pais na intenção de influenciar o consumo e os hábitos alimentares da criança. Os estilos parentais refletem o clima emocional durante as refeições. Sobre o estilo parental e a prática alimentar saudável, relacione as colunas e assinale a sequência correspondente.
(1) Responsivo.
(2) Controlador.
(3) Permissivo ou indulgente.
(4) Não envolvido ou passivo.

( ) Tenta controlar a alimentação da criança. Restringe alimentos da criança. Pressiona a criança para comer. Suborna a criança com recompensas. Ignora os sinais de fome da criança.
( ) Orienta a alimentação da criança. Estabelece limites. Come como modelo e conversa sobre comida de forma positiva. Responde aos sinais de fome da criança.
( ) Não estabelece limites. Alimenta a criança com o quê, onde e quando ela quer. Prepara comidas especiais para a criança. Ignora os sinais de fome da criança.
( ) Desiste das responsabilidades alimentares. Não estabelece limites. Ignora os sinais de fome ou as necessidades físicas e psicológicas da criança.