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A epilepsia é um estado fisiológico alterado, que envolve o sistema nervoso central e manifesta-se em crises. A ocorrência de uma crise epiléptica, durante o atendimento odontológico, requer que algumas condutas sejam adotadas pelo cirurgião-dentista. Sobre estas condutas, analise e julgue:
I- Afrouxar as roupas do paciente e posicionar sua cabeça lateralmente, sem tentar imobilizá-lo.
II- Utilizar manobras ou artefatos rígidos que impeçam o fechamento bucal.
III- Posicionar um pano ou toalha entre os dentes do paciente, para evitar ferimentos aos tecidos moles ou fraturas dentais.
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Emergência e urgência são situações que exigem ações rápidas e corretas para minimizar as sequelas e salvar a vida do paciente, sendo que, nas urgências, há tempo de o profissional se planejar, podendo relembrar o protocolo indicado para aquela situação específica. Caso o paciente tenha uma lipotimia como proceder?
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Os procedimentos a serem adotados diante da crise asmática são: parar o tratamento que esteja fazendo, deixar a cadeira semiereta,
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Os sinais e sintomas de uma crise de asma são:

A endocardite bacteriana é uma infecção grave que resulta da proliferação bacteriana nas superfícies cardíacas danificadas em consequência da febre reumática, lesões valvulares adquiridas, defeitos do septo ventricular, entre outras condições patológicas. O fato de microrganismos comuns à cavidade bucal serem responsáveis por uma proporção significativa de agentes causais da endocardite bacteriana, é imperioso que o cirurgião-dentista investigue esta condição em seu paciente, considerando que


I. qualquer manipulação dentária que provoque sangramento gengival (até mesmo um exame intrabucal com espelho, sonda periodontal e explorador) pode acarretar bacteremia passageira em paciente cuja anamnese mostrou ser portador de valvulopatia.

II. em se tratando de pacientes com histórico prévio de endocardite bacteriana, é desnecessário, em qualquer tipo de tratamento dentário, procedimentos profiláticos uma vez que houve produção de anticorpos protetores.

III. em pacientes que se submeteram à derivação cirúrgica das artérias coronárias, (revascularização do miocárdio) o risco de desenvolver endocardite bacteriana pós-tratamento dentário é sempre muito elevado.

IV. muito embora a endocardite bacteriana possa ocorrer em pacientes sem lesões cardíacas previamente documentadas, a profilaxia antibiótica é desnecessária e só se justifica nos pacientes com anormalidades subjacentes conhecidas.


Está correto o que se afirma APENAS em