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Concurso:
HU Brasil
Disciplina:
Psiquiatria
Uma primigesta de 28 anos, sem antecedentes psiquiátricos
conhecidos, é levada ao pronto-socorro pelo marido no 12º dia
após um parto vaginal sem intercorrências. Nas últimas 48 horas,
tornou-se progressivamente agitada, dorme menos de duas horas
por noite e passou a apresentar comportamento estranho,
recusando-se a amamentar e a segurar o recém-nascido. Afirma
que seu filho foi "escolhido para uma missão divina" e que
"vozes" orientam que ele deve ser purificado antes que "forças
malignas" o levem. O marido relata que precisou impedir a
paciente de realizar esse "ritual". Ao exame, encontra-se
desorientada no tempo, com pensamento desorganizado,
importante labilidade emocional e alucinações auditivas. O
recém-nascido encontra-se saudável.
A conduta mais adequada é
A conduta mais adequada é
Uma primigesta de 28 anos, sem antecedentes psiquiátricos
conhecidos, é levada ao pronto-socorro pelo marido no 12º dia
após um parto vaginal sem intercorrências. Nas últimas 48 horas,
tornou-se progressivamente agitada, dorme menos de duas horas
por noite e passou a apresentar comportamento estranho,
recusando-se a amamentar e a segurar o recém-nascido. Afirma
que seu filho foi "escolhido para uma missão divina" e que
"vozes" orientam que ele deve ser purificado antes que "forças
malignas" o levem. O marido relata que precisou impedir a
paciente de realizar esse "ritual". Ao exame, encontra-se
desorientada no tempo, com pensamento desorganizado,
importante labilidade emocional e alucinações auditivas. O
recém-nascido encontra-se saudável.
A conduta mais adequada é
A conduta mais adequada é
Paciente, de 35 anos, sexo masculino, com diagnóstico prévio de
esquizofrenia, é levado ao pronto-socorro por sua irmã, durante
episódio de agudização dos sintomas psicóticos. O paciente se
recusa a permanecer no hospital e nega qualquer alteração em
seu estado mental. A irmã informa que, há dois dias, o paciente
tem negado se alimentar, pois, acredita que a comida tenha sido
envenenada; apresenta desorganização do comportamento e
negligência no autocuidado.
Ela solicita, formalmente, a internação do irmão, mesmo sem consentimento dele. Após avaliação, o médico psiquiatra plantonista, registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM), emite laudo médico documentando os riscos clínicos observados que justificam a internação, e a admissão hospitalar é realizada.
Com base na Lei nº 10.216/2001, assinale a afirmativa correta sobre a modalidade de internação indicada e a conduta legalmente obrigatória nesse caso.
Ela solicita, formalmente, a internação do irmão, mesmo sem consentimento dele. Após avaliação, o médico psiquiatra plantonista, registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM), emite laudo médico documentando os riscos clínicos observados que justificam a internação, e a admissão hospitalar é realizada.
Com base na Lei nº 10.216/2001, assinale a afirmativa correta sobre a modalidade de internação indicada e a conduta legalmente obrigatória nesse caso.
M.L.S., sexo feminino, 59 anos, apresenta transtorno depressivo
maior, episódio atual grave, com sintomas psicóticos congruentes
com o humor (delírios de culpa e ruína) e ideação suicida
estruturada. Recusa-se a comer nos últimos cinco dias. Já foram
realizadas duas tentativas terapêuticas prévias com
antidepressivos de diferentes classes, em doses e durações
adequadas.
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno
depressivo maior, comparece à consulta de retorno com seu
psiquiatra relatando piora do humor nas últimas duas semanas,
sentimento de desesperança e pensamentos recorrentes de que
“a vida não vale a pena”. Sente-se “um peso para família”.
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é