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L.C.F, sexo masculino, 37 anos, em uso de haloperidol há cinco dias devido à quadro psicótico agudo, é levado à emergência com alteração do nível de consciência, febre (39,4ºC), hipertonia muscular generalizada, FC: 120 bpm, PA: 140 x 90 mmHg e diaforese. Exames laboratoriais revelam CPK aumentada e leucocitose.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada são, respectivamente,
Paciente do sexo masculino, 45 anos, dá entrada no prontosocorro psiquiátrico com rebaixamento do nível de consciência, mutismo, rigidez muscular intensa e tremor grosseiro.
Ao exame, apresenta temperatura axilar de 39,4°C, frequência cardíaca de 128 bpm, frequência respiratória de 28 irpm e pressão arterial de 165 × 95 mmHg. Relata-se que, há 10 dias, iniciou uso de haloperidol 10 mg/dia para controle de episódio psicótico agudo. A mãe informa que o paciente também faz uso ocasional de cannabis. Exames laboratoriais mostram CPK elevada (12.000 U/L).
Diante do quadro clínico agudo, a principal hipótese diagnóstica e a conduta mais adequada são:
Paciente em uso crônico de lítio chega ao pronto-socorro com quadro de diarreia, vômitos, tremor grosseiro, confusão mental e ataxia. Nível sérico de lítio: 2,8 mEq/L. Creatinina: 2,0 mg/dL.
A conduta imediata é
Paciente de 48 anos, em internação involuntária por transtorno bipolar com episódio maníaco grave, recusa-se terminantemente a tomar a medicação prescrita. Apresenta agitação, agressividade e risco de autoagressão.
Considerando o Código de Ética Médica e a Lei nº 10.216/2001, a conduta mais adequada é 
Homem de 44 anos com transtorno bipolar tipo I é trazido à emergência em franco episódio maníaco, com agitação psicomotora extrema, verborragia incompressível, hostilidade e risco de agressividade. Está em uso irregular da medicação.
A intervenção farmacológica de primeira linha para controle imediato da agitação grave é