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Adolescente feminino, 14 anos, é levada ao pronto-socorro por ingestão intencional de aproximadamente 25 comprimidos de fluoxetina 20?mg (dose total estimada: 500?mg) há cerca de 1 hora, após discutir com pais sobre notas escolares. Ao chegar, relata arrependimento parcial, mas permanece retraída, negando ideação suicida imediata. Antecedentes: episódio prévio de automutilação (cortes superficiais) há 6?meses, fazia acompanhamento em um serviço de saúde mental, porém abandonou o seguimento. Sem comorbidades clínicas conhecidas. Uso regular de fluoxetina 20?mg/dia para depressão moderada, prescrita há 4 meses. Exame inicial: FC 98?bpm, PA 108/66?mmHg, FR 18?ipm, SatO? 98?% em ar ambiente, T 36,7?°C. Consciente, orientada, fala pausada, olhar no chão. Pupilas isofotorreagentes. Abdome flácido, indolor, sem vômitos. Sem alterações neurológicas focais. Cicatrizes lineares antigas nos antebraços. ECG: ritmo sinusal, QTc 470ms. Os exames laboratoriais iniciais revelam glicemia 88?mg/dL, eletrólitos e função renal normal.
Com base nas diretrizes atuais de manejo de tentativa de suicídio em crianças e adolescentes, a conduta inicial adequada neste momento é

Um homem de 72 anos foi internado por desidratação e perda ponderal significativa nas últimas semanas.


No contexto da investigação, observou-se apatia e redução global da atividade motora. O paciente permanecia vígil, sem delírios ou alucinações evidentes, mas com marcada passividade frente a comandos simples. Em alguns momentos, recusava-se a se mover ou a realizar funções básicas, como fechar os olhos ou ajustar a respiração voluntariamente. Mantinha posturas rígidas por longos períodos e exibia aumento difuso do tônus muscular.


Em dias anteriores, foram observados episódios de ecolalia e ecopraxia. Os exames laboratoriais iniciais (hemograma, eletrólitos, função hepática e renal) estavam dentro da normalidade.


Considerando o quadro descrito, a conduta mais apropriada inclui

R., 76 anos, foi trazida à Unidade de Emergência Referenciada do HCPA por alteração do comportamento, com início há cinco dias. Apresenta-se agitada, inquieta, não dorme, fala sozinha e com discurso desconexo. O acompanhante afirma que, em alguns momentos, ela parece mais “calma e lúcida”, alternando com outros momentos de comportamento desorganizado e discurso incoerente, principalmente à noite. A família está assustada, com medo de que ela saia de casa sozinha. Durante a madrugada, a paciente fala que “vai ao mercado” ou relembra elementos de seu passado, associando as ideias de maneira frouxa. Antes da instalação do quadro, a paciente não tinha comprometimento grave da memória. Apresenta hipertensão arterial e diabetes tipo 2. No livro Prática Psiquiátrica no Hospital Geral, esse caso é trazido para exemplificar a fisiopatologia do(a):
Uma senhora de 79 anos, recentemente viúva e vivendo isolada dos vizinhos e filhos, trouxe o tema da morte durante uma consulta no posto de saúde. Ela diz que não vê mais sentido em continuar viva, nada lhe satisfaz e tem vontade de chorar durante a maior parte do dia. Já está em tratamento para depressão, há 5 meses, mas ainda sem resposta satisfatória. Ela também relata que não consegue tirar da cabeça a ideia de tomar veneno ou se enforcar em casa, acreditando que isso seria um alívio para seu sofrimento.

Considerando a organização dos serviços na comunidade, qual seria a conduta apropriada para esse caso?
Urgências e emergências psiquiátricas referem-se a situações em que há risco iminente à vida, à integridade física do paciente ou de terceiros, ou sofrimento psicológico intenso que exige intervenção imediata. A avaliação adequada envolve reconhecimento rápido do quadro, decisão sobre a necessidade de internação, estabilização clínica e intervenções psicossociais ou farmacológicas adequadas. Considerando os princípios de manejo das emergências psiquiátricas, analise as afirmativas abaixo e assinale a correta.