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O gestor de saúde de um município procura o médico psiquiatra da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade a fim de discutir a incorporação de um medicamento para urgências e emergências psiquiátricas. Durante a conversa, o psiquiatra refere que, nos últimos meses, chegaram muitos pacientes com intoxicação por opioides para atendimento na UPA, e que em todos esses casos a equipe local não conseguiu fazer o manejo adequado da intoxicação devido à ausência de um medicamento específico para esses pacientes. Qual medicamento deveria ser utilizado nas referidas situações? 
Paciente de 62 anos trazido ao Pronto-Socorro com relato de que há 8 dias iniciou com tremores nas mãos e episódios de agitação intensa, evoluindo há 3 dias com alucinações e confusão mental. Ao exame físico, estava taquicardíaco, hipertenso e com febre. Filha relata que o mesmo é etilista de longa data e que, recentemente, após diagnóstico de cirrose hepática, decidiu diminuir a ingesta alcoólica. Tendo em vista o caso, inicialmente qual deve ser o tratamento instituído no pronto-socorro?
A respeito de situações de emergência, reconhecimento, condutas e manejo, assinale a alternativa INCORRETA. 
Puérpera de 30 anos, G1P1, foi submetida a cesariana há 3 dias. O recém-nascido encontra-se em aleitamento exclusivo e em alojamento conjunto. A equipe de enfermagem relata que, nas últimas 24 horas, a puérpera vem apresentando insônia persistente, fala desconexa, períodos de agitação psicomotora, além de delírios religiosos e recusa a alimentar-se. Hoje, afirmou que o bebê é um “anjo que precisa ser purificado”. Nega antecedentes psiquiátricos. A família está preocupada e relata que a puérpera está apresentando comportamento “fora da realidade”.

Com base no quadro clínico, a conduta mais apropriada para esse caso é
Puérpera de 30 anos, G1P1, foi submetida a cesariana há 3 dias. O recém-nascido encontra-se em aleitamento exclusivo e em alojamento conjunto. A equipe de enfermagem relata que, nas últimas 24 horas, a puérpera vem apresentando insônia persistente, fala desconexa, períodos de agitação psicomotora, além de delírios religiosos e recusa a alimentar-se. Hoje, afirmou que o bebê é um “anjo que precisa ser purificado”. Nega antecedentes psiquiátricos. A família está preocupada e relata que a puérpera está apresentando comportamento “fora da realidade”.

Com base no quadro clínico, a conduta mais apropriada para esse caso é