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Em uma escola de ensino fundamental, as crianças da turma da professora Jocélia estavam em processo de alfabetização. Para avaliar a evolução delas, a professora ditou as seguintes palavras para que elas escrevessem no caderno: “sol”, “bola”, “pipoca” e “elefante”.

Após a realização da tarefa, a professora concluiu que, em conformidade com Ferreiro (2010), o seguinte exemplo de escrita pode ser considerado silábico-alfabético:
Durante uma sondagem, uma criança registra:

● BNC para “boneca”.
● CVL para “cavalo”.
● PRLT para “pirulito”.
● SOL para “sol”, explicando que uma palavra não poderia ser escrita com uma única letra.

Com base na Psicogênese da Língua Escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, esses registros indicam:
Uma professora de 1.º ano do Ensino Fundamental I, ao analisar as produções escritas de seus alunos, observa que João escreve a palavra GATO como "GATU", utilizando sistematicamente uma letra para cada sílaba percebida, com correspondência sonora reconhecível. Rafael, por sua vez, já diferencia letras de sílabas e escreve "GAATO", buscando representar os sons de maneira mais precisa, mas ainda sem domínio pleno das convenções ortográficas. Com base nas hipóteses da psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, a análise precisa sobre os níveis de escrita evidenciados por João e Rafael, respectivamente, é:
Nos anos 80, a perspectiva psicogenética da aprendizagem da língua escrita, divulgada entre nós, sobretudo pela obra e pela atuação formativa de Emília Ferreiro, sob a denominação de “construtivismo”, trouxe uma significativa mudança de pressupostos e objetivos na área da alfabetização, porque alterou fundamentalmente a concepção do processo de aprendizagem e apagou a distinção entre aprendizagem do sistema de escrita e práticas efetivas de leitura e de escrita. Essa mudança paradigmática permitiu identificar e explicar o processo através do qual a criança constrói o conceito de língua escrita como um sistema de representação dos sons da fala por sinais gráficos, ou seja, o processo através do qual a criança torna-se alfabética; por outro lado, e como consequência disso, sugeriu as condições em que mais adequadamente se desenvolve esse processo, revelando o papel fundamental de uma interação intensa e diversificada da criança com práticas e materiais reais de leitura e escrita a fim de que ocorra o processo de conceitualização da língua escrita. https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/40142/1/01d16t07.pdf acesso em 25/07/2022 Com base na citação acima, assinale a afirmativa CORRETA:
Sobre as fases da alfabetização segundo Ferreiro, analise as afirmativas a seguir: I. Na fase silábica, não é capaz de relacionar as letras com o som da língua. II. Na fase alfabética, consegue dominar o valor das sílabas e letras. III. Na fase silábico-alfabética, transição da fase anterior com a identificação de algumas silabas. É correto o que se afirma
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