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Em conformidade com a redação oficial, o emprego dos pronomes de tratamento obedece uma secular tradição, assim para os Chefes do Poder Executivo, utiliza-se:
Segundo os critérios estabelecidos para a redação de textos oficiais, em um ofício hipotético dirigido ao Ministro da Educação, assinale a forma adequada de tratamento e de vocativo, respectivamente. 
Durante a elaboração de um ofício dirigido à Presidência da República, o agente administrativo utilizou o seguinte trecho de abertura:
"Senhor Presidente, venho respeitosamente solicitar o encaminhamento de cópia do relatório anual deste órgão."
Ao revisar o documento, o chefe da divisão de protocolo determinou a correção do tratamento utilizado, afirmando que ele não estava de acordo com as normas da redação oficial.
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta sobre o tratamento adequado ao Presidente da República em comunicações oficiais: 

No serviço público, o Auxiliar Administrativo é responsável por preparar comunicados, ofícios e demais documentos que serão enviados a autoridades. Para isso, deve aplicar corretamente as normas de tratamento formal previstas no Manual de Redação da Presidência da República, garantindo padronização e respeito à hierarquia institucional.


Considerando essas normas, assinale a alternativa que apresenta a forma correta de tratamento utilizada ao se dirigir oficialmente a um Senador da República: 

Pode-se afirmar que está CORRETO, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o que se afirma em:


I. Aviso e ofício são modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também com particulares.

II. A correção ortográfica é requisito elementar de qualquer texto, e ainda mais importante quando se trata de textos oficiais. Muitas vezes, uma simples troca de letras pode alterar não só o sentido da palavra, mas de toda uma frase. O que na correspondência particular seria apenas um lapso datilográfico pode ter repercussões indesejáveis quando ocorre no texto de uma comunicação oficial ou de um ato normativo. Assim, toda revisão que se faça em determinado documento ou expediente deve sempre levar em conta a correção ortográfica.

III. O Manual estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial: a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República, usa-se “respeitosamente”; b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior usa-se “atenciosamente”.

IV. O esforço de ser concisos atende, basicamente ao princípio de economia linguística, à mencionada fórmula de empregar o mínimo de palavras para informar o máximo. A linguística provoca economia de pensamento, isto é, podese eliminar passagens substanciais do texto no afã de reduzi-lo em tamanho. Isto não é recomendado pelo Manual, que reconhece a prolixidade como uma qualidade do bom texto técnico.

V. De acordo com o Manual, nas comunicações oficiais, doutor é forma de tratamento recomendável para autoridades a quem se quer tratar com distinção, mesmo que não sejam bacharéis em Direito e em Medicina, a quem normalmente se atribui este tratamento. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.


É CORRETO, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o que se afirma em: