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Homem de 50 anos é avaliado em consulta de retorno por nódulo tireoidiano esquerdo, que foi detectado acidentalmente em uma tomografia do pescoço realizada após um acidente automobilístico há 10 anos. Inicialmente, o nódulo tinha 2,4 cm, mas, cinco anos depois, aumentou para 4,0 cm e, dois anos depois, para 5,2 cm. O paciente foi submetido a uma punção aspirativa por agulha fina guiada por ultrassom no diagnóstico inicial e, novamente, cinco anos depois, ambas com resultados benignos. Ao longo do último ano, ele notou um “aumento da pressão” na parte anterior do pescoço, de tal forma que não se sente mais confortável usando gravatas e tem uma sensação de sufocamento ocasionalmente. Ele decide se submeter a uma lobectomia da tireoide esquerda para aliviar esses sintomas. Ao exame físico: sinais vitais normais; IMC: 29,4 kg/m²; há um nódulo firme na parte média a inferior do lobo esquerdo da tireoide, estendendo-se até o nível da clavícula; lobo direito da tireoide está com tamanho normal e sem nódulos. Perfil da tireoide sérico: TSH: 1,2 mUI/L (normal: 0,5 a 5,0); anticorpo anti-TPO: negativo.
Nessa circunstância, qual variável prevê a chance desse paciente permanecer eutireoideo após a cirurgia? 
Homem de 58 anos com diabetes mellitus tipo 2, em tratamento com metformina e empagliflozina, procura o serviço de emergência com queixa de náuseas, dor abdominal difusa e taquipneia nas últimas 24 horas. Sinais vitais: estáveis. Exames arteriais: glicemia: 185 mg/dL; pH: 7,25; bicarbonato: 15 mEq/L; beta-hidroxibutirato: 4,5 mmol/L (normal: < 0,6); hiato aniônico: 12 mEq/L (normal: 8 a 16).
Com base nos dados apresentados e nas mais recentes diretrizes internacionais para o manejo das emergências hiperglicêmicas, é correto afirmar:
Homem de 57 anos apresenta-se para acompanhamento de rotina de diabetes mellitus tipo 2. Ele também tem hipertensão, hiperlipidemia e obesidade. O tratamento atual é: metformina (2.000 mg/dia); empagliflozina (25 mg/dia); insulina degludeca (40 UI/dia); olmesartana (40 mg/dia); atorvastatina (80 mg/dia). Não há histórico de angina, dispneia ou eventos cardiovasculares, nem tabagismo ou etilismo. Pressão arterial: 128 x 83 mmHg; IMC: 32 kg/m2 . Exames séricos atuais: hemograma: normal; creatinina: 1,2 mg/dL; hemoglobina A1c: 7,1%; colesterol total: 209 mg/dL; HDL: 38 mg/dL; LDL: 109 mg/dL; triglicerídeos: 312 mg/dL; aspartato aminotransferase: 82 U/L; alarina aminotransferase: 68 U/L. Relação albumina/creatinina urinária: < 30 mg/g.
Com base nos dados apresentados, é correto afirmar que o conduta indicada para o manuseio desse paciente é
Na puberdade, em resposta à ação das gonadotrofinas, inicia-se nos ovários o processo de esteroidogênese. Em relação a esse processo, assinale a alternativa que apresenta o local em que ele é realizado e a enzima responsável.
Menino de 11 anos de idade, está em acompanhamento ambulatorial devido ao diagnóstico de obesidade infantil. As pressões arteriais medidas estão elevadas, tendo medidas de pressão sistólica variando de 120 a 130 mmHg e diastólica variando de 75 a 85 mmHg. Ele realizou exames na última consulta: glicemia de jejum: 120 mg/dL; triglicerídeos: 158 mg/dL; HDL: 30 mg/dL e LDL: 115 mg/dL.

Quanto à Síndrome Metabólica (SM), de acordo com os critérios da International Diabetes Federation, é correto afirmar que esse paciente