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Paciente do sexo feminino, 42 anos, casada, professora de ensino médio, procura atendimento em uma clínica de endocrinologia referenciada por um oftalmologista, com queixa principal de “olhos saltados e inchados” que vem piorando nos últimos 6 meses. A paciente relata que os sintomas incluem leve inchaço ao redor dos olhos pela manhã, evoluindo para desconforto constante, sensação de areia nos olhos e dificuldade para fechar as pálpebras completamente à noite. Há cerca de 8 meses, começou a notar sintomas sistêmicos como fadiga intensa, perda de peso involuntária (aproximadamente 7 kg, apesar de apetite preservado), tremores finos nas mãos, palpitações cardíacas irregulares e sudorese excessiva, mesmo em ambientes frios. Foi diagnosticada preliminarmente com “ansiedade” e prescrita medicação ansiolítica, sem melhora. Há 4 meses, os sintomas oculares se intensificaram, com proptose bilateral (olhos proeminentes), vermelhidão conjuntival, lacrimejamento excessivo e diplopia (visão dupla) ao olhar para cima ou para os lados. Nega febre, tosse, diarreia ou alterações na voz, mas menciona intolerância ao calor e ciclos menstruais irregulares nos últimos meses. Considerando o possível diagnóstico, assinale a alternativa incorreta.
Um adolescente de 17 anos, portador de Diabetes Mellitus tipo 1 diagnosticado há 6 meses, dá entrada na emergência apresentando rebaixamento do nível de consciência, náuseas persistentes, desidratação severa e odor cetônico característico nas últimas 8 horas. Os exames laboratoriais mostram glicemia de 380 mg/dL, gasometria com pH 7,18, HCO3- de 10 mEq/L, ânion-gap elevado (22 mEq/L) e potássio sérico de 5,2 mEq/L. O quadro clínico inclui hipertermia (38,8°C) e contagem leucocitária elevada, indicando provável processo infeccioso subjacente. Baseando-se nas recomendações da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e American Diabetes Association (ADA) para tratamento da cetoacidose diabética (CAD), qual conduta inicial é prioritária no manejo deste caso? 
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) orienta que a baixa libido masculina pode ser causada por fatores psicológicos, como estresse e depressão, hábitos de vida, sedentarismo, obesidade, doenças crônicas, ou alterações hormonais. Deficiências nutricionais podem estar relacionadas também com a produção hormonal, sabendo disso, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Somente a reposição hormonal pode auxiliar nesse tipo de tratamento. O endocrinologista deve avaliar e fazer a suplementação.
II. A prática regular de exercício físico, especialmente treinamento de resistência e alta intensidade podem aumentar os níveis de testosterona.
III. Sono de qualidade, controle do cortisol e alimentação equilibrada e variada podem melhorar os níveis de testosterona. Nutrientes como zinco, magnésio, vitamina D e gorduras boas como ômega 3 e ômega 9 são essenciais para saúde do homem. 
Paciente G2P1, 28 anos, com 26 semanas e 3 dias de gestação, comparece para consulta de pré-natal de rotina. Seus antecedentes incluem obesidade (IMC 33 kg/m²). Sua glicemia de jejum realizada na primeira consulta (8 semanas) foi de 88 mg/dL. O rastreamento de rotina do segundo trimestre para doenças crônicas está pendente. A investigação de doenças maternas crônicas, como diabetes, é fundamental para o prognóstico da gestação. Com base nos fatores de risco e no manejo laboratorial do pré-natal, assinale a alternativa correta.  
Sobre as recomendações atuais para a terapia hormonal da menopausa e as alterações fisiológicas que ocorrem nesse período, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A terapia hormonal da menopausa deve ser iniciada na “janela de oportunidade”, isso é, nos primeiros 5 anos após o início da menopausa e/ou antes dos 65 anos de idade.
II. Deve-se preferir a terapia estrogênica transdérmica na presença de obesidade, dislipidemia, diabetes mellitus e síndrome metabólica.
III. Hormônios bioidênticos manipulados ou implantes hormonais não são recomendados pela falta de evidência científica de eficácia e segurança desses compostos.
IV. O nível circulante de estradiol em mulheres na pós-menopausa é maior que o de estrona.
V. A maior parte do nível circulante de estradiol após a menopausa é derivada da conversão periférica de estrona que, por sua vez, é derivada principalmente da conversão periférica de androstenediona.