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Questões por página:
O Brasil desenvolveu uma abordagem singular da Arte/Educação, distinta, mas em diálogo com perspectivas de outros países. Segundo Ana Mae Barbosa, como se configurou essa singularidade? Assinale a alternativa correta. 
O ensino de Arte em contextos de educação inclusiva, conforme a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU) e os princípios da Educação Estética Crítica, deve promover acessibilidade didática, respeito à singularidade expressiva e reconhecimento da multiplicidade sensorial. No entanto, a permanência de práticas capacitistas ainda compromete esse horizonte. Qual alternativa expressa um equívoco metodológico recorrente em práticas que desconsideram a inclusão estética?
Em Arte como Experiência (1934), John Dewey defende a indissociabilidade entre arte, vida cotidiana e experiência educativa, rompendo com a ideia de arte como domínio autônomo ou elitista. Tal visão desafia abordagens escolares que dissociam fruição estética, criação e reflexão crítica. Qual das alternativas contraria a concepção de Dewey quanto à função da arte na formação humana? 
A incorporação das tecnologias digitais ao ensino de Arte tem provocado transformações nos modos de criação, fruição e mediação cultural, como analisam Lúcia Santaella, André Lemos e Henry Jenkins. No entanto, a transposição acrítica desses recursos pode reforçar padrões de reprodução e passividade estética. À luz desse debate, qual alternativa expressa uma limitação crítica recorrente na apropriação das tecnologias digitais no ensino de Arte?
As Diretrizes para a Educação das Relações Étnico-Raciais e os estudos de autores como Nilma Lino Gomes e Kabengele Munanga enfatizam que a valorização da diversidade cultural na escola demanda ruptura com abordagens decorativas, essencialistas ou folclorizantes das culturas afro-brasileiras e indígenas. Considerando esse marco legal e teórico, assinale a alternativa que expressa uma crítica pertinente a abordagens equivocadas dessas culturas no ensino de Arte.