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Ao realizar a visita domiciliar, o Agente Comunitário de Saúde deve priorizar a coleta de dados sobre as condições de saneamento básico e a presença de vetores de doenças, sem, contudo, abordar o estado nutricional dos moradores ou as condições de moradia, pois estas informações são de responsabilidade exclusiva da equipe de vigilância sanitária.
Durante a entrevista domiciliar, o Agente Comunitário de Saúde deve priorizar a coleta de dados socioeconômicos e a identificação de riscos ambientais, deixando para o profissional de nível superior a investigação sobre o estado de saúde geral do morador e a orientação sobre hábitos de vida saudáveis.
Um Agente Comunitário de Saúde (ACS) atua em um município alagoano e, durante suas visitas domiciliares, identifica uma família em situação de vulnerabilidade social, com crianças desnutridas e sem acesso a saneamento básico. A atuação do ACS, nesse contexto, deve ir além da simples verificação de dados, envolvendo ações que promovam a melhoria das condições de vida e saúde da população.
Durante uma visita domiciliar em Baixa Grande do Ribeiro (PI), um Agente Comunitário de Saúde (ACS) observa que um dos moradores apresenta sintomas persistentes de tosse, febre e perda de peso. O ACS, ciente de suas atribuições, deve registrar a situação e encaminhar o indivíduo para avaliação médica, mas também precisa considerar outras ações de vigilância.
Uma família atendida pela Estratégia Saúde da Família (ESF) em Ilhéus (BA) relatou dificuldades em se comunicar com o profissional de saúde durante uma consulta. A mãe da criança expressou que não compreendeu as orientações sobre o esquema vacinal, pois o profissional utilizou termos técnicos complexos e não ofereceu recursos alternativos de comunicação. A equipe da UBS precisa garantir a acessibilidade comunicacional.