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Ao longo do conto “A sopa”, de Dalton Trevisan, determinados elementos do cenário doméstico extrapolam a mera função descritiva e passam a atuar como índices das forças psicológicas que regem a cena. Considerando as interações do pai e do filho com a “toalha de flores estampadas”, constata-se que a inserção recorrente desse objeto cumpre a função macroestrutural de:

Em relação à estrutura formal e aos recursos de versificação empregados por Fernando Pessoa no poema, analise as partes que seguem:


(1ª parte): A estrofação caracteriza-se pelo uso de tercetos encadeados, estrutura lírica típica da poesia épica.


(2ª parte): O esquema rímico do poema segue o padrão cruzado ou alternado (ABAB) em todas as suas estrofes.


(3ª parte): As rimas do poema são exclusivamente pobres, constituídas apenas por palavras pertencentes à mesma classe gramatical e com consoantes idênticas.


Pode-se afirmar que:

As figuras de linguagem constituem recursos expressivos que produzem diferentes efeitos de sentido nos textos. Relacione corretamente as figuras apresentadas na Coluna I aos enunciados da Coluna II.

COLUNA I

1. Metonímia
2. Antítese
3. Prosopopeia
4. Eufemismo

COLUNA II

( ) Depois de meses enfrentando a doença, o velho professor finalmente descansou.
( ) Naquela manhã silenciosa, a cidade despertou apressada e engoliu seus moradores pelas ruas.
( ) Durante as férias, decidiu reler Machado de Assis antes de conhecer outros autores brasileiros. 
( ) Entre o desejo de partir e a vontade de permanecer, percebeu que nenhuma escolha lhe parecia simples.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
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Há erro na classificação da figura de linguagem em:
LÍNGUA PORTUGUESA
Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela... Amo-te assim, desconhecida e obscura,  Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela, E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o teu aroma De virgens selvas e de oceano largo! Amo-te, ó rude e doloroso idioma, Em que da voz materna ouvi: "meu filho!", E em que Camões chorou, no exílio amargo, O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
BILAC, Olavo. Língua Portuguesa. In: Tarde, 1919. Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/12986/lingua-portuguesa. Acesso em: 7 ago. 2026.
Em aula destinada à análise literária, o professor solicita que a turma examine os recursos expressivos empregados por Olavo Bilac na construção do elogio ao idioma, atentando para a relação entre as imagens dos quartetos e o fecho do soneto. A análise que se sustenta na materialidade do texto é a de que: