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A arquitetura barroca é o estilo arquitetônico praticado durante o período barroco, que inicia-se a partir do século XVII e decorre até a primeira metade do século XVIII. Assinale a alternativa correta.
I- O Barroco foi, pelo menos inicialmente, diretamente ligada à Contra-Reforma, um movimento dentro da Igreja Católica a reformar-se, em resposta para a Reforma Protestante.
II- Em termos artísticos, o barroco via utilizar a escala como valor plástico de primeira grandeza. Os efeitos volumétricos são também elementos essenciais na arquitetura barroca.
III- Os últimos edifícios romanos de Michelangelo, particularmente a Basílica de São Pedro, não podem ser considerados precursores da arquitetura barroca e sim renascentista.
Chama-se de Arquitetura do Renascimento àquela que foi produzida durante o período do Renascimento europeu, ou seja, basicamente, durante os séculos XIV, XV e XVI. Assinale a alternativa correta.
As edificações que despertam maior interesse na arquitetura grega são os templos. Um dos mais conhecidos é a Acrópole de Atenas, construído, entre os anos de 447 a 438 a.C., no ponto mais alto da cidade. Assinale (F) para falso e (V) para verdadeiro sobre a arquitetura grega.
( )O que mais evidencia as características dos templos gregos é a simetria que existe entre o pórtico de entrada, conhecido como pronau e o dos fundos, o opistódomo.( ) Os principais estilos explorados pelos gregos na arquitetura, foram o jônico, o dórico e o coríntio. Eles eram diferenciados principalmente pelo feitio do capitel das colunas.
( ) Os gregos pertencentes ao período helenístico, ou seja, que viviam em vários reinos e não mais nas comunidades consideradas cidades-estados, passaram a substituir os seus sentimentos de cidadãos, por sentimentos individualistas. Esse é o principal ponto que passa a influenciar, imediatamente, na arquitetura de suas moradias.
( ) Estátua de Zeus em Olímpia, Partenon de Atenas, Colosso de Rodes, Tempo de Ártemis em Éfeso e Farol de Alexandria são uns dos grandes exemplos de construções da Grécia Antiga.
I. Os romanos utilizaram a compartimentação de suas atividades e conseguiram construir grandes interiores, bem como espaços exteriores imponentes para contê-los. A construção romana explorava elementos estruturais que trabalhavam sob compressão, como o arco, a abóbada e a cúpula, elementos desenvolvidos anteriormente por outras civilizações, mas utilizados de forma limitada. Entretanto, nas mãos dos romanos, esses elementos se tornaram as bases de sistemas estruturais com dimensões inimagináveis para a construção arquitravada.
II. A descarga de águas servidas no Tibre tornou a água do rio imprópria para consumo humano, e, por isso, a água limpa era trazida de rios e fontes das colinas Sabinas, acima de Roma, conduzida para os reservatórios da cidade por um sistema de aquedutos abastecido por gravidade e, posteriormente, distribuída para fontes ou outros usos municipais. Os canais de água ou aquedutos sempre deviam acompanhar os desníveis do terreno. Por isso, cruzar os vales era impraticável, pois era necessário preservar a inclinação constante da rede de abastecimento.
III. Dentro da cidade de Nimes, o Templo de Diana (80 a.C.) usa uma abóbada de berço feita de alvenaria de pedra talhada para criar o espaço interno principal. Como esse tipo de alvenaria exigia trabalhadores extremamente habilidosos, os eficientes romanos desenvolveram um método de construção mais rápido, utilizando um novo material – o cimento hidráulico, derivado de depósitos vulcânicos e denominados de pozolana. Vitrúvio descrevia-o como “um tipo de pó natural que, por razões naturais, produz resultados incríveis”. Os romanos descobriram que, ao misturar a pozolana com cal, pedregulho e água, obtinham uma mistura que sofria reações químicas e enrijecia até chegar a uma consistência semelhante à da pedra, inclusive sob a água. As argamassas de cal comuns, conhecidas desde a antiguidade, tinham algum grau de coesão, mas eram ineficazes nas fundações de pontes e portos, nas quais os construtores romanos começaram a aproveitar a resistência superior da pozolana.
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